Eduardo Bolsonaro: saiba o salário de um escrivão da PF, cargo que ex-deputado pode perder

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A abertura de um processo administrativo disciplinar sumário por faltas contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pela Corregedoria da Polícia Federal no Rio de Janeiro pode levá-lo a perder o salário pela função de escrivão. A remuneração inicial é de R$ 14.164,81 e pode chegar até R$ 21.987,38. A demissão pode ocorrer caso ele permaneça nos Estados Unidos. O filho 03 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) havia se licenciado deste trabalho para exercer o mandato parlamentar até ser cassado pela Câmara em dezembro. O processo administrativo visa apurar a responsabilidade do ex-deputado por ter, supostamente, se ausentado ao serviço de forma intencional e sem justificativa por mais de 30 dias consecutivos após a perda do mandato de deputado em 18 de dezembro de 2025. A informação sobre a abertura do processo foi antecipada pelo g1 nesta sexta-feira (30). As informações sobre a remuneração estão disponíveis na Tabela de Remuneração dos servidores federais de 2025. No mês passado, a PF determinou o retorno do ex-deputado ao cargo de escrivão. O ato foi assinado pelo diretor de gestão de pessoas substituto Licinio Nunes de Moraes Netto no dia 31 de dezembro, e publicado no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira. A publicação menciona o “retorno imediato” de Eduardo “para fins exclusivamente declaratórios e de regularização da situação funcional” ao exercício do cargo na Delegacia da Polícia Federal em Angra dos Reis (DPF/ARS/RJ), chefiada pelo delegado Clayton Lúcio Santos de Souza.

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