Edvane Cesar do Carmo, desaparecido no Rio Capibaribe: esposa relata falta de apoio do clube de remo do Sport Club do Recife

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Edvane Cesar do Carmo, de 49 anos, desapareceu após cair do caiaque, durante a prática, desta segunda-feira (2). Segundo a esposa Rebeka Rodrigues, o clube tinha ciência de que ele não sabia nadar. O acidente aconteceu no início da manhã desta segunda-feira (2). Rebeka Rodrigues, a esposa de Edvane Cesar do Carmo, de 49 anos, aluno de remo do Sport Club do Recife que desapareceu no Rio Capibaribe nesta segunda-feira (2), afirmou em entrevista ao DE que o marido praticava o esporte havia dois meses, não sabia nadar e saiu sem instrutor e sem colete salva-vidas.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, as buscas foram encerradas por volta das 17h40 desta segunda-feira e devem ser retomadas na terça-feira (3). Edvane Cesar do Carmo é um servidor que ocupa um cargo comissionado na Secretaria Executiva de Segurança Cidadã, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. Segundo Rebeka, que é assessora parlamentar, Edvane saiu de casa por volta das 4h30 com destino ao clube, localizado no bairro da Ilha do Retiro, na Zona Oeste do Recife.

A família afirma que ainda não recebeu apoio do clube e relata falta de informações desde o desaparecimento. Segundo Rebeka Rodrigues, nenhum representante entrou em contato para prestar esclarecimentos ou oferecer suporte. O DE procurou o clube de remo do Sport Club do Recife para saber por que Edvane estava sem colete salva-vidas e sem supervisão mas, até a última atualização desta reportagem, não havia recebido resposta. Rebeka Rodrigues, esposa aluno de remo do Sport desaparecido no Rio Capibaribe, disse que o marido Edvane Cesar do Carmo não sabia nadar e que o clube tinha ciência.

Ainda segundo a esposa, Edvane saiu para a atividade sem colete salva-vidas e sem instrutor, e a escola tinha ciência de que ele não sabia nadar. Ela afirmou também que as aulas ocorreram normalmente, apesar das chuvas registradas no domingo (1º). Segundo a Capitania dos Portos, “o uso de colete salva-vidas na prática do remo em atividades esportivas é considerado material de salvatagem recomendado, conforme previsto nas Normas da Autoridade Marítima para Atividades de Esporte e Recreio (NORMAM-211/DPC), com base na Lei nº 9.537/1997 (Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário – Lesta)”.

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