A empresária Priscila Dorneles, de 31 anos, faleceu dois dias após passar por cirurgias plásticas em Goiânia. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar, ao chegar ao local, a irmã de Priscila realizava massagem cardíaca, pois a vítima estava sem batimentos cardíacos, respiração, pupilas dilatadas e sinais de cianose.
Priscila era proprietária da clínica de estética PD Clinic, localizada em Inhumas, além de atender em Goiânia e Anápolis. No dia 26 de fevereiro, ela foi submetida a lipoaspiração, mastopexia com implante de próteses e correção de cicatrizes no Hospital Grand Santa Maria. Após a cirurgia, Priscila recebeu alta no dia seguinte, com estado clínico estável e dentro dos protocolos.
O Grupo Everbeauty, responsável pela operação, manifestou surpresa e pesar com a notícia do falecimento da paciente. Em análise preliminar, a empresa não encontrou indícios de relação entre os procedimentos e a morte. A Polícia Civil de Inhumas está investigando o caso e aguarda laudos periciais e exames cadavéricos para esclarecer a causa da parada cardiorrespiratória súbita.
As circunstâncias da morte de Priscila levantaram questionamentos sobre a segurança de procedimentos estéticos e a importância da escolha de profissionais qualificados e clínicas de confiança. A PD Clinic lamentou a perda da empresária e reforçou seu compromisso com a qualidade e segurança dos atendimentos. Amigos e familiares da vítima prestaram homenagens nas redes sociais, destacando sua dedicação ao trabalho e amor pela profissão.
É fundamental que casos como o de Priscila sirvam de alerta para a importância da realização de cirurgias plásticas com profissionais capacitados e em locais devidamente habilitados. A morte da empresária provocou comoção e levantou discussões sobre os riscos envolvidos em procedimentos estéticos, gerando reflexão na comunidade médica e na sociedade em geral. O legado de Priscila permanece vivo no coração daqueles que a conheceram e sua morte serve como um lembrete da fragilidade da vida e da importância da segurança.




