Empresário desaparecido após acidente de moto aquática: buscas intensas em SC

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Maratonista e lutador de jiu-jitsu: quem é o empresário desaparecido após cair de moto aquática em SC

Jhon Pool Pacheco, de 35 anos, é dono de uma rede de restaurantes de comida japonesa em Balneário Camboriú. Ele desapareceu após cair de uma moto aquática no domingo (4).

Bombeiros fazem buscas por empresário que desapareceu durante passeio de moto aquática

Dono de uma rede de restaurantes de comida japonesa, lutador de jiu-jitsu e maratonista, o empresário Jhon Pool Pacheco, de 35 anos, segue desaparecido na manhã desta quinta-feira (8).

Ele sumiu no domingo (4) após cair de uma moto aquática entre Porto Belo e Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina.

Pacheco é dono de uma rede de restaurantes com duas unidades em Balneário Camboriú. As duas estiveram fechadas na quarta (7) durante a busca pelo empresário. Na terça (6), uma delas não abriu.

Maratonista, o empresário começou a competir em maio e em outubro completou a maratona internacional de Pomerode, no Vale do Itajaí.

No jiu-jitsu, recebeu a faixa roxa em junho, conforme publicou nas redes sociais. O empresário é torcedor do Palmeiras e foi a Lima, no Peru, para assistir à partida da final da Copa Libertadores de futebol, contra o Flamengo.

Relatório do Corpo de Bombeiros detalhou que o acidente ocorreu na região da Praia do Caixa D’Aço, tradicional destino turístico em Porto Belo.

Jhon estava com um amigo a caminho de Balneário Camboriú, quando os dois caíram na água. O amigo, que usava colete, conseguiu nadar e pedir ajuda, sendo encontrado a 400 metros da costa. Já, o empresário não foi mais visto.

Na quarta, os bombeiros fizeram intensas buscas pelo empresário, junto com a Polícia Militar e a Marinha. A procura abrangeu os municípios de Porto Belo, Balneário Camboriú, Navegantes, Itapema e Itajaí.

Os bombeiros usaram embarcações em buscas no mar. Por terra, a procura ocorreu em mata e costões, com auxílio de cão.

Por fim, foram feitos também sobrevoos com o helicóptero da corporação.

Foram utilizadas duas embarcações e duas caminhonetes. Além disso, 10 voluntários em motos aquáticas também ajudaram nos trabalhos.

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