Entenda sobre o protocolo para o retorno das aulas presenciais no estado de Goiás

O advogado e especialista em Direito Educacional, doutor Yuri Jackson, em entrevista ao Diário do Estado avalia os prós e contras do retorno das atividades

Na quarta-feira, 15, foi entregue ao Centro de Operações de Emergência (COE), o documento que explica as normas para retomada de atividades presenciais na educação. Entre as normas definidas estão: uso obrigatório de máscaras e aferição de temperatura antes de entrar no ônibus escolar. 

A proposta é que as aulas presenciais retornem no mês de agosto. Uma das medidas é o retorno gradual das aulas, voltando com apenas 25% da quantidade total de alunos. O Sindicato dos Professores em Goiás (Sinpro) não concorda com um retorno das aulas enquanto houver risco de transmissão.

O protocolo define que em caso de suspeita de Covid-19 o familiar do aluno, e toda comunidade escolar, será avisado imediatamente. Caso haja confirmação da doenças as aulas serão suspensas num prazo entre dois e cinco dias, até que uma autoridade de saúde defina qual procedimento será tomado.

A superintendente de Vigilância em Saúde do estado de Goiás, SES-GO, Flúvia Amorim, explica que o tempo de interdição após descobrimento de um caso varia de acordo com as situações. “Quando você tem um caso, independente se é escola ou não, o tempo de interdição depende do tempo que será gastado para monitorar todo mundo que teve contato.”, conclui.

O advogado e especialista em Direito Educacional, doutor Yuri Jackson, conversou com o Diário de Goiás sobre a proposta. Confira entrevista na íntegra: https://www.youtube.com/watch?v=XJa6xfWSDc8

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