Rosângela (Janja) da Silva, primeira dama do Brasil, declarou esta semana que já foi assediada duas vezes durante o atual mandato do presidente Lula.
A revelação foi feita no programa Sem Censura, da TV Brasil.
“Está insuportável para nós mulheres. Eu, como primeira-dama, não tenho segurança em nenhum lugar que estou. Eu já fui assediada neste período duas vezes. Eu, sendo primeira-dama, estando nos lugares que acho que me são seguros e, mesmo assim, fui assediada”, comentou Janja.
Ainda conforme Janja, “se eu, enquanto primeira-dama, que tenho toda uma equipe em torno, um olhar, câmeras, cuidados, sou assediada, imagina uma mulher no ponto de ônibus às dez horas da noite?”
Informações repercutidas na coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza.
“Está insuportável para nós mulheres. Eu, como primeira-dama, não tenho segurança em nenhum lugar que estou. Eu já fui assediada neste período duas vezes. Eu, sendo primeira-dama, estando nos lugares que acho que me são seguros e, mesmo assim, fui assediada”, comentou Janja.
Ainda conforme Janja, “se eu, enquanto primeira-dama, que tenho toda uma equipe em torno, um olhar, câmeras, cuidados, sou assediada, imagina uma mulher no ponto de ônibus às dez horas da noite?”
Janja denuncia a falta de segurança e a vulnerabilidade das mulheres, questionando a proteção em diferentes contextos.
A repercussão do relato de Janja levanta debates sobre a segurança da mulher em locais públicos e a importância de medidas protetivas. A declaração gerou grande comoção e reforçou a necessidade de ações efetivas contra o assédio sexual.




