Amiga de funcionária de supermercado morta por ex-colega diz que suspeito fez
ameaça após o crime: ‘Vou voltar’
Uma amiga próxima relatou que ela e outros colegas presenciaram o momento em que o suspeito entrou no DE. Ele utilizou uma faca do próprio estabelecimento para atacar e matar a vítima, de acordo com informações da Polícia Civil.
A vítima, identificada como Natasha Eduarda Alves de Sá, uma jovem de 21 anos, foi brutalmente assassinada com nove facadas, e o suspeito foi detido logo após o crime. Segundo Geovanna Fernandes, de 19 anos, o homem, identificado como Felipe Gabriel Souza Oliveira, havia feito uma ameaça assustadora antes de deixar o local do DE.
O crime chocou a cidade de Iporá e a comunidade de Goiás. O suspeito, que era um ex-funcionário do supermercado onde ocorreu o homicídio, foi visto por testemunhas rindo enquanto guardava a faca utilizada no crime. Ele fez uma declaração perturbadora, afirmando que voltaria ao estabelecimento para causar mais mortes.
Após o crime, Felipe Gabriel foi preso em flagrante pela Polícia Civil e permanece sob custódia judicial. A defesa do acusado mencionou possíveis problemas psicológicos, e uma avaliação especializada foi solicitada para esclarecer a situação do suspeito.
O delegado responsável pelo caso afirmou que a vítima teria feito críticas ao agressor, mas não havia nenhum relacionamento amoroso entre eles. O motivo exato das críticas e o que teria levado o suspeito a cometer o crime ainda não foram detalhados pelas autoridades.
O assassinato de Natasha Eduarda Alves de Sá causou comoção e revolta na comunidade. Amigos, familiares e colegas de trabalho estão em luto pela perda trágica da jovem que sonhava em se tornar agrônoma. A violência do ataque e a crueldade do agressor abalaram a pacata cidade de Iporá e reforçam a importância da segurança no ambiente de trabalho.
As investigações sobre o caso continuam em andamento, e a Polícia Civil segue colhendo depoimentos e provas para esclarecer o crime. A justiça espera que o suspeito responda pelo assassinato de maneira adequada e que medidas efetivas sejam tomadas para evitar que tragédias como essa se repitam. A comunidade local clama por justiça e por medidas de segurança mais rigorosas para proteger os trabalhadores e frequentadores de estabelecimentos comerciais.




