Exposição “Costura de Cores Ancestrais – A RETOMADA” estreia em São Luís, no Chão SLZ, no Centro Histórico da capital maranhense, nesta quarta-feira (25). O foco central da mostra é recontar histórias de pessoas pretas e indígenas registradas de forma violenta na expedição fotográfica racista “Thayer” do século XIX.
A iniciativa, contemplada na PNAB 2024, conta com apoio do Governo do Estado do Amazonas, Conselho Estadual de Cultura e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa em parceria com o Governo Federal. A exposição é idealizada e dirigida pela artista Keila-Sankofa.
A artista ressalta que o trabalho surge a partir do incômodo com a distorção das imagens públicas de pessoas pretas e indígenas ao longo do tempo, plantando e cultivando novas representações para recriar essas imagens apagadas pela história colonial.
Transmutação de Imagens e Ressignificação
Na exposição, a transmutação da imagem é utilizada para contar a história dessas pessoas, promovendo a construção de identidades através da poética. A proposta busca criar novos imaginários e ressignificar os retratos, apresentando os cativos como seres livres com suas humanidades reconhecidas.
Programação e Difusão Cultural
A abertura oficial acontece nesta quarta-feira (25), às 19h, no Chão SLZ. Além da exposição, a programação inclui a mesa de debate “Chão e Direito à Memória” na quinta-feira (26), às 19h, e o minicurso “Memória interrompida: arquivos coloniais e reparação histórica” nos dias 2 e 3 de abril.
Direito à Memória e Serviço
O projeto “Direito à Memória” propõe enfrentar o apagamento histórico de populações negras e indígenas na Amazônia, escrevendo poeticamente a memória dessas vidas. A abertura da exposição é gratuita e aberta ao público, no Chão SLZ, Rua do Giz, nº 167, Centro Histórico de São Luís, às 19h.
Para mais informações, acesse as redes sociais do Chão SLZ, da artista Keila-Sankofa e do projeto “Direito à Memória”.




