F1: Antonelli vence GP da China; Bortoleto fora da corrida

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Na sexta-feira (20), a equipe da Audi, que conta com o brasileiro Gabriel Bortoleto na Fórmula 1, anunciou a saída imediata de Jonathan Wheatley do cargo de chefe da escuderia. A decisão, motivada por “razões pessoais”, coloca o italiano Mattia Binotto, atual gestor do projeto Audi na F1, como responsável pela liderança da equipe. Wheatley, que estava na Audi desde 2025, foi fundamental na transição da Sauber para a equipe alemã, obtendo resultados expressivos, como o pódio de Nico Hulkenberg no GP da Inglaterra em 2025 e o sexto lugar de Bortoleto na Hungria.

Além disso, rumores indicam que Wheatley pode ser o novo gestor da Aston Martin, substituindo Adrian Newey, que voltaria a focar em funções técnicas. No entanto, a escuderia inglesa não confirma a informação, reafirmando a parceria com Newey. A possibilidade de Wheatley ter maior autonomia na gestão da equipe teria motivado a possível mudança, o que seria essencial para a Aston Martin em um momento de crise, com críticas ao desempenho do carro e vibrações no motor.

Wheatley deixa comando da Audi

Com a saída de Wheatley, a Audi Revolut F1 Team promete implementar mudanças em sua estrutura de gestão sênior, com Binotto assumindo uma posição mais central na equipe. Desde 2024, Mattia tem sido peça-chave na transformação da equipe alemã, que ingressou na Fórmula 1 como fabricante de chassis e unidades de potência, buscando disputar campeonatos até 2030 com o apoio da AUDI AG.

Possível ida para a Aston Martin

Apesar dos rumores sobre sua possível mudança para a Aston Martin, a equipe inglês não confirmou a contratação de Jonathan Wheatley. O dono da escuderia, Lawrence Stroll, reiterou a parceria com Adrian Newey e não comentou sobre as especulações, que apontam que a família de Wheatley estaria disposta a voltar à Inglaterra e que o ex-chefe da Audi teria mais autonomia no cargo de gestão na Aston Martin.