Falecimento de Raul Jungmann aos 77 anos causa comoção entre políticos e admiradores em Brasília: legado de ética e compromisso.

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A morte de Raul Jungmann aos 77 anos, em Brasília, causou grande comoção e repercussão entre políticos e admiradores. Com uma trajetória marcada por cinco cargos ministeriais e pela presidência do Instituto Brasileiro de Mineração desde 2022, Jungmann era reconhecido como uma das figuras mais respeitadas da política nacional, sendo lembrado pelo diálogo, ética e comprometimento com o interesse público.

A notícia do falecimento do ex-ministro provocou manifestações de pesar nas redes sociais, com homenagens de colegas e amigos. O ministro Paulo Teixeira, o ministro dos Portos e Aeroportos Silvio Costa Filho, o senador Randolfe Rodrigues e a ex-deputada Kátia Abreu foram alguns dos que prestaram condolências e destacaram a importância de Jungmann para a vida pública do país.

Ao longo de sua carreira política, Jungmann ocupou cargos estratégicos em diferentes governos, destacando-se pela atuação nos ministérios do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e de Políticas Fundiárias durante o governo Fernando Henrique Cardoso, e como ministro da Defesa e da Segurança Pública no governo Michel Temer. Além disso, teve passagens pelo MDB, PPS e PMDB, atuando como deputado federal e vereador do Recife.

Apesar de ter sido investigado por suspeitas de fraude em licitação e peculato, os inquéritos foram arquivados pela Justiça Federal. Deixa esposa, filhos e um legado marcado pela ética e pelo respeito ao debate democrático.

Em nota, o Instituto Brasileiro de Mineração lamentou profundamente a perda de Raul Jungmann, destacando sua dedicação à vida pública e seu compromisso com a democracia, o desenvolvimento sustentável e o diálogo. Sua passagem pelo IBRAM foi marcada por uma agenda de transformação do setor mineral, pautada pelos princípios ESG e pela defesa de uma mineração responsável e alinhada aos desafios do século XXI.

Raul Jungmann será lembrado por sua competência, visão estratégica e capacidade de articulação, deixando um legado importante não apenas na mineração, mas em toda a vida pública brasileira. Seu trabalho foi fundamental para fortalecer o setor mineral e promover o desenvolvimento sustentável, sendo um marco na história do Brasil e da indústria da mineração. O IBRAM prestou solidariedade à família, amigos e colegas, agradecendo por tudo que Jungmann representou para o país e para o Instituto.

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