Família de Bolsonaro em Papudinha alega risco de morte súbita

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Desde o início do cumprimento da pena de 27 anos e três meses, o ex-presidente Jair Bolsonaro permanece detido há 56 dias. Durante esse período, diversos pedidos judiciais têm sido feitos por sua defesa e familiares, requisitando prisão domiciliar por questões humanitárias. Transferido para Papudinha, na Papuda, após descumprir medidas cautelares, novas solicitações continuam sendo protocoladas no STF.

Em meio às diversas petições, grande parte delas relacionadas à saúde de Bolsonaro, a defesa tem pedido exames médicos, mudanças na rotina carcerária e a troca da prisão por prisão domiciliar. Mesmo após a transferência para o anexo da Polícia Militar do DF, os pedidos persistem, com alertas sobre possíveis internações em hospital penitenciário. No sábado, Carlos Bolsonaro mencionou um suposto risco de morte súbita do pai, sem laudos médicos recentes que corroborem um agravamento do quadro.

Perícias e exames realizados até agora não identificaram doenças graves, apenas condições consideradas crônicas e condizentes com a idade do ex-presidente. Os tribunais superiores discutem os limites desses pedidos, com alguns feitos por advogados sem ligação direta com a defesa de Bolsonaro. Ministro Gilmar Mendes, por exemplo, rejeitou um requerimento de prisão domiciliar redistribuído por Alexandre de Moraes.

A expectativa é que as decisões judiciais se baseiem em critérios legais e técnicos, respeitando os direitos e as determinações médicas comprovadas. A situação de Bolsonaro na Papuda continua sendo acompanhada com atenção, com o objetivo de garantir que o cumprimento da pena esteja de acordo com as normas do sistema prisional brasileiro.

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