Segundo a corporação, o mandando foi expedido pelos crimes de associação criminosa e falsidade ideológica. Até o momento, não há informações se mais alguém foi preso junto com o fazendeiro e nem se algo foi apreendido com ele.
Crimes
Conhecido como Geraldinho, o suspeito foi preso em junho de 2022, no Pará. Ele foi alvo de uma operação da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa (Segup), que investigou o desmatamento de mais de mil hectares de terra dentro da área de proteção ambiental de São Félix. Na ocasião, dois funcionários do fazendeiro foram autuados por porte ilegal de arma.
O suspeito possuía mais de R$ 40 milhões em multas aplicadas pelo Ibama, mas foi solto pouco tempo depois.
Segundo a investigação, Geraldo devastou a região para transformar em área de pasto e vender as madeiras derrubadas. O ritmo do desmatamento era intenso e, para que fosse efetuado, o fazendeiro contratava pessoas para promover queimadas na unidade de conservação e, também, motoqueiros para ameaçar agentes ambientais.
A área destruída na Amazônia equivalente a 6 mil campos de futebol.



