Fazendeiro é morto com tiro no rosto

O fazendeiro Joaquim Avelino Neto, de 62 anos, foi morto na quinta-feira (4) durante um assalto à sua propriedade em Perolândia, no sudoeste de Goiás.

Os criminosos fugiram levando o carro e vários pertences da família. Os suspeitos atiraram no rosto de seu Joaquim.

Segundo testemunhas, os criminosos invadiram a propriedade, renderam o idoso, a esposa e dois filhos e amarraram todos. Em seguida, levaram Joaquim até outro cômodo da casa, onde ficava o cofre.

A família foi rendida por dois homens encapuzados, o que dificulta a identificação dos suspeitos. Ninguém foi preso ainda.

ONDA DE VIOLÊNCIA
Não é primeira vez que esse tipo de crime acontece, recentemente no dia 28 de abril, criminosos invadiram uma propriedade rural em Jataí. Quase 40 cabeças de gado foram levadas.

Durante o roubo, o caseiro, a mulher e o neto deles foram rendidos e trancados dentro de casa por mais de duas horas.

A Polícia Militar disse que sempre faz rondas nas propriedades, mas tem apenas uma viatura para a função.

Não há previsão de aumentar esse efetivo.

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Jovem baleada por PRF na véspera de Natal tem estado de saúde atualizado

Jovem Baleada por PRF na Véspera de Natal: Estado de Saúde Atualizado

O Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes atualizou o estado de saúde de Juliana Leite Rangel, baleada por um PRF na véspera de natal. Em entrevista ao Globonews, o médico Maurício Mansur, responsável pelos cuidados com a vítima, informou que o caso é “extremamente grave” e que ela está “estável”.

“É importante lembrar que se trata de um caso grave e que, neste momento, não é possível falar sobre sequelas ou qualquer outra consequência. Estamos, na verdade, focados em um tratamento para salvar a vida dela.”, disse o médico.

A jovem está em coma induzido no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do hospital, no Rio de Janeiro. Segundo a equipe médica, o tiro pegou de raspão próximo à orelha esquerda, o que causou lesões no crânio da vítima e grande perda de sangue.

O médico também informou que a família de Juliana solicitou a transferência da paciente para um hospital particular, mas o pedido foi negado por ele devido a riscos à saúde dela.

Entenda o caso

De acordo com relatos, a jovem estava em um veículo quando os agentes da Polícia Rodoviária Federal realizaram a abordagem. A vítima estava indo passar a véspera de natal com a família em Niterói e estava acompanha da mãe, do pai e do irmão mais novo. Além dela, o pai também foi baleado de raspão no dedo.

“Olhei pelo retrovisor, vi o carro da polícia e até dei seta para eles passarem, mas eles não ultrapassaram. Aí começaram a atirar, e falei para os meus filhos deitarem no assoalho do carro. Eu também me abaixei, sem enxergar nada à frente, e fui tentando encostar. O primeiro tiro acertou nela. Quando paramos, pedi para o meu filho descer do carro, então olhei para Juliana: ela estava desacordada, toda ensanguentada, tinha perdido muito sangue. Eles chegaram atirando como se eu fosse um bandido. Foram mais de 30 tiros”, falou o pai da jovem.

Uma investigação foi aberta pelo Ministério Público Federal e o caso foi condenado pelo superintendente da PRF no Rio de Janeiro, Vitor Almada, que relatou que os agentes se aproximaram do veículo após ouvirem tiros e deduziram que vinha do veículo, descobrindo depois que havia cometido um grave erro.

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