Um fazendeiro foi notificado em R$ 112 mil por destruir florestas nativas para criar espaço para plantações em Área de Proteção Ambiental, localizada no Paraná. De acordo com a Polícia Militar Ambiental, o homem desmatou a vegetação em três locais diferentes e também enfrentará a Justiça por crimes ambientais.
O flagrante da destruição foi realizado pela Polícia Militar Ambiental, que identificou o desmatamento ilegal em 5,42 hectares, equivalente a 54,2 mil metros quadrados, uma área maior do que sete campos de futebol. Todas as áreas fiscalizadas estão inseridas na Área de Proteção Ambiental (APA) Serra da Esperança, agravando as infrações ambientais.
O fazendeiro em questão não possuía autorização ambiental para realizar as intervenções e, por isso, responderá judicialmente pelos delitos ambientais constatados. Durante a fiscalização, agentes constataram danos à vegetação nativa, do bioma Mata Atlântica, provocados através de cortes com motosserra, sem a devida autorização ambiental.
A identidade do fazendeiro não foi divulgada, e o DE busca identificar sua defesa. Os detalhes relatados pela Polícia Militar Ambiental incluem a supressão de vegetação nativa para o plantio de milho, feijão e eucalipto em uma área, corte de espécies como bracatinga, canela e cedro-rosa em outra área e a supressão de vegetação nativa em uma terceira área situada em Área de Preservação Permanente (APP).
É importante ressaltar a gravidade dessas ações que destroem o meio ambiente e colocam em risco a biodiversidade local. A preservação das florestas nativas é essencial para a saúde do ecossistema e o equilíbrio ambiental. A cooperação de todos na proteção dessas áreas é fundamental para garantir um futuro sustentável para todos.




