Segundo informações da polícia, Cibele foi abordada por Cássio enquanto trabalhava em uma loja no shopping. O agressor teria desferido diversas facadas na vítima, que não resistiu aos ferimentos e veio a falecer no local. O crime chocou a população e levantou debates sobre a violência contra a mulher.
Cássio Henrique da Silva Zampieri, que já tinha um histórico de violência contra a vítima, havia sido denunciado por Cibele em três ocorrências diferentes. Além disso, a jovem possuía uma medida protetiva contra o agressor, que claramente não foi capaz de impedir o desfecho trágico. O caso trouxe à tona a importância de uma efetiva proteção às mulheres vítimas de violência doméstica.
O feminicídio de Cibele Monteiro Alves gerou uma comoção nacional e reascendeu a discussão sobre a necessidade de políticas públicas mais eficazes de combate à violência de gênero. Segundo dados do DE, uma mulher é morta a cada duas horas no Brasil, o que demonstra a urgência de medidas que possam prevenir novas tragédias como essa.
A família de Cibele Monteiro Alves, assim como amigos e conhecidos, estão devastados com a perda trágica da jovem de apenas 22 anos. Nas redes sociais, diversas mensagens de solidariedade e repúdio ao crime foram postadas, clamando por justiça e pelo fim da impunidade para agressores de mulheres. O DE acompanha de perto as investigações para que o responsável seja devidamente punido.
É fundamental que a sociedade como um todo se una no combate à cultura do machismo e da violência contra as mulheres. A educação e a conscientização são armas poderosas nessa luta, que visa garantir às mulheres o direito de viver sem medo e com dignidade. O caso de Cibele Monteiro Alves é um lembrete trágico de que a violência de gênero precisa ser combatida em todas as suas formas. A luta continua.




