Uma mulher de 42 anos foi encontrada morta dentro de casa na manhã desta segunda-feira (9) em Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina. A vítima foi identificada como Ana Paula Farias. O caso ocorreu no bairro das Nações e é investigado como feminicídio por asfixia mecânica. Segundo as polícias Civil e Militar, o marido da vítima, de 45 anos, é o principal suspeito do crime e não foi localizado até a publicação desta reportagem.
A Polícia Militar foi acionada pela manhã, depois que vizinhos relataram que a mulher não atendia às chamadas. Ao entrar na casa, os policiais encontraram a vítima já sem vida. Segundo a Polícia Civil, o crime aconteceu em um contexto de violência doméstica. A corporação abriu um inquérito policial para investigar a dinâmica do caso. O boletim de ocorrência será encaminhado à Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI) de Balneário Camboriú.
Amigos e pessoas próximas lamentaram a morte de Ana Paula Farias. A amiga Jessy Gonçalves descreveu a vítima como uma mulher dedicada à família e ao trabalho. A vereadora Ciça Muller também se manifestou e disse estar abalada com o caso. Ela pede justiça e destaca a importância de cuidar da filha adolescente de Ana Paula, que agora fica sob os cuidados da família.
O caso chocou a comunidade de Balneário Camboriú e levantou mais uma vez a discussão sobre a violência contra as mulheres. É fundamental que esses casos sejam investigados com rigor e que a justiça seja feita. A violência doméstica é uma realidade que precisa ser combatida em nossa sociedade, e é importante que as vítimas sejam amparadas e protegidas.
A relevância de discutir e conscientizar sobre o feminicídio e a violência de gênero nunca foi tão evidente. A sociedade como um todo precisa se unir para combater esse tipo de crime e garantir que mais mulheres não se tornem vítimas. É fundamental que existam políticas públicas efetivas de proteção e amparo às mulheres em situações de violência, para que casos como o de Ana Paula Farias não se repitam. É necessário que a justiça seja feita e que os responsáveis por esses atos sejam devidamente penalizados. A luta contra o feminicídio é de toda a sociedade, e cada um de nós tem o dever de se posicionar e contribuir para a construção de um ambiente seguro e igualitário para todas as mulheres.




