Feminicídio: Suspeito de matar namorada possuía histórico de violência

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O suspeito de matar a namorada a facadas em Goiânia tinha um histórico de antecedentes criminais, incluindo homicídio culposo no trânsito e agressão contra ex-companheiras. A Polícia Civil informou que investiga o caso na capital goiana. Durante uma audiência de custódia, a prisão do suspeito foi convertida em preventiva.
Até o momento, não foi possível contatar a defesa do acusado. Djanir Brito, de 37 anos, é apontado como o responsável pela morte de Natali Vieira Batista, de 33 anos, durante uma discussão na Vila Montecelli. O crime ocorreu em 26 de dezembro e chocou a comunidade local.
De acordo com a delegada Gabriela Adas, Djanir Brito possui diversos registros criminais por tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, roubo, lesão corporal e tentativa de homicídio, cometidos em Goiânia e Aparecida. A polícia descreve o suspeito como extremamente violento, baseando-se em relatos de familiares que presenciaram a discussão que terminou na morte de Natali.
Segundo Gabriela Adas, testemunhas afirmam que Djanir Brito demonstrou intenção de matar a vítima, garantindo que ela estava morta antes de sair do local. Em outros episódios envolvendo o suspeito, a polícia foi chamada após disparos de arma de fogo durante discussões com ex-namoradas. Mesmo diante dessas situações, as vítimas não solicitaram medidas protetivas.
O crime chocou a cidade de Goiânia e expôs a tragédia do feminicídio, um problema recorrente no Brasil. Natali Vieira Batista, de 33 anos, foi vítima de um ato de violência doméstica por parte de seu namorado, Djanir Brito, de 37 anos. As autoridades locais estão investigando o caso para garantir que a justiça seja feita e para prevenir tragédias futuras envolvendo violência contra mulheres.
Após o crime, Djanir tentou fugir, contando com a ajuda de seu pai. No entanto, ele foi capturado pelas autoridades locais e confessou o ato criminoso. O suspeito admitiu ter perdido o controle, resultando na morte de Natali a facadas. O caso levanta debates sobre a importância da denúncia de casos de violência doméstica e da proteção das vítimas, destacando a urgência de medidas preventivas para combater o feminicídio.

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