Fernando Haddad questiona pressa em decidir futuro eleitoral em 2026

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em entrevista à Rádio BandnewsFM, questionou a pressa em definir seu futuro eleitoral para 2026. Ele lembrou que em 2018 foi lançado como candidato faltando apenas três semanas para as eleições e ainda assim conseguiu chegar ao segundo turno, obtendo 45% dos votos. Haddad destacou: ‘Se não houve pressa em 2018, por que essa pressa agora? Vamos analisar com mais calma, ouvir as partes e considerar as contribuições de cada um.’

O ministro revelou que está discutindo com o ex-presidente Lula sobre a possibilidade de ser candidato novamente. Ele enfatizou que não está fugindo de um sacrifício, mas sim avaliando se a missão de ser candidato é realmente para ele desta vez. Haddad declarou: ‘Eu nunca recusei uma tarefa difícil, porém era claro que aquela missão em 2018 era para mim. Negar o sacrifício não faz parte do que estou fazendo. Agora, a questão é se essa missão é para mim. Essa é a discussão que estou tendo com o presidente.’

Ao abordar a possível candidatura, Haddad demonstrou cautela e ponderação, ressaltando a importância de refletir e ouvir todas as partes envolvidas no processo. Ele enfatizou que é essencial considerar suas próprias intenções e desejos, assim como o cenário político atual. O ministro destacou que a decisão sobre ser candidato não deve ser tomada de forma precipitada, mas sim após uma análise cuidadosa e ponderada.

Além disso, Haddad enfatizou a relevância de uma discussão franca e aberta com Lula, buscando alinhar expectativas e objetivos em relação à possível candidatura. Ele ressaltou a importância de um diálogo transparente e sincero para chegar a uma decisão que seja benéfica para o partido e para o país. O ministro destacou que a missão de ser candidato deve ser encarada com seriedade e responsabilidade, avaliando todos os aspectos envolvidos na decisão.

Nesse sentido, Haddad reforçou a necessidade de um processo democrático e participativo na definição de sua possível candidatura. Ele ressaltou que a decisão não deve ser tomada de forma isolada, mas sim em consonância com os ideais e princípios do partido. O ministro destacou que a discussão sobre a candidatura deve envolver uma avaliação criteriosa e uma análise profunda das circunstâncias políticas e sociais atuais.

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