Eduardo e Flávio Bolsonaro, filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, juntamente com outros políticos de direita, demonstraram apoio aos ataques dos Estados Unidos à Venezuela e à prisão de Nicolás Maduro. O senador Flávio Bolsonaro, em meio à corrida presidencial, enfatizou que a ‘liberdade não é negociável’. Segundo ele, a luta não é pela soberania venezuelana, mas contra a opressão e o medo impostos por regimes autoritários. Em outra instância, Eduardo Bolsonaro exaltou os bombardeios no país caribenho, afirmando que a captura de Maduro representaria dias difíceis para Lula, Petro e outros do Foro de São Paulo.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, caracterizou Maduro como um ditador violador de direitos humanos e perseguidor de opositores políticos. Ele ressaltou que a liberdade deve ser o norte das ações governamentais na América Latina. O líder da oposição na Câmara, deputado Cabo Gilberto Silva, descreveu a ação como um marco na derrocada da ditadura de Maduro, apoiada por Lula e pelo PT. Enquanto isso, o deputado Sóstenes Cavalcante enfatizou que a prisão do líder venezuelano era um momento histórico que simbolizava o fim de regimes tirânicos.
O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, acusou os Estados Unidos de atacarem diversas regiões do país, inclusive a capital, atingindo a população civil. Imagens e relatos mostram explosões em Caracas e em outras áreas, com impactos na rede elétrica e danos materiais. Ainda não há um balanço oficial de vítimas. A ação gerou repercussão internacional, com políticos de diversas vertentes dando suas opiniões sobre o ocorrido.




