Fim da escala 6×1: Proposta de Hugo Motta segue para CCJ da Câmara dos Deputados

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BRASÍLIA – O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou o encaminhamento da proposta de emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1 para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, nesta segunda-feira, 9. De acordo com a nota divulgada, a medida envolve as PECs assinadas pelos deputados Reginaldo Lopes (PT-MG) e Erika Hilton (PSOL-SP), devendo passar pela análise da CCJ e posteriormente por uma comissão especial.

Em suas redes sociais, Hugo Motta prometeu um ‘debate amplo’ sobre o assunto, destacando a importância de ouvir todos os setores com equilíbrio e responsabilidade para elaborar uma lei que atenda às necessidades dos brasileiros. O deputado ressaltou a necessidade de o Brasil acompanhar os avanços do mundo, especialmente na área tecnológica, para não ficar para trás no cenário internacional. A proposta de modificar a escala de trabalho 6×1 tem sido amplamente discutida e agora seguirá os trâmites legislativos necessários para sua apreciação.

Ao encaminhar a PEC para a CCJ, Hugo Motta sinaliza a intenção de priorizar a discussão sobre o fim da escala 6×1 no âmbito parlamentar, buscando aprofundar o debate e ouvir as diferentes perspectivas envolvidas no tema. O presidente da Câmara destaca a importância de se criar uma legislação moderna e alinhada com as demandas da sociedade contemporânea, levando em consideração os avanços tecnológicos e as mudanças nas relações de trabalho.

A proposta de emenda à Constituição tem como objetivo central modificar a forma como o trabalho é organizado no Brasil, permitindo uma maior flexibilidade nos horários e uma adaptação às novas realidades do mercado de trabalho. O debate em torno do fim da escala 6×1 tem gerado expectativas e questionamentos, que agora serão debatidos no âmbito legislativo com a participação de especialistas, parlamentares e representantes da sociedade civil.

A iniciativa de Hugo Motta de encaminhar a PEC para a CCJ demonstra o compromisso do presidente da Câmara em promover um diálogo aberto e transparente sobre um tema de relevância para os trabalhadores e empregadores do país. A expectativa é que a tramitação da proposta siga os trâmites regimentais e permita uma discussão ampla e democrática, com a finalidade de se chegar a uma legislação equilibrada e capaz de atender às necessidades do mercado de trabalho brasileiro.

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