Dentro do PL em Minas, as opções para a corrida nacional incluem o apoio a Simões, ao senador Cleitinho ou o lançamento de um terceiro nome, com destaque para Roscoe. Com uma ampla experiência no setor têxtil, Roscoe ocupa a presidência da Fiemg desde 2018 e se destaca pela defesa de pautas de ajuste fiscal. Considerado um possível ponto de equilíbrio interno no partido, sua eventual candidatura dependerá do impasse político em curso. Flávio Bolsonaro ressaltou que as anotações vazadas não representam suas opiniões pessoais, mas sim palpites de lideranças locais. Acreditam que a imagem empresarial de Roscoe pode reduzir conflitos internos no PL e evitar submissão a outros projetos políticos. Além dos cargos em entidades industriais, Roscoe é conhecido pelas críticas ao STF e ao Bolsa Família, o que pode ser explorado por adversários em campanha. A Fiemg, sob sua liderança, já se envolveu em ações judiciais de grande repercussão. Outro ponto de conflito no PL mineiro é a divisão entre líderes e parlamentares, com parte sustentando que Simões poderia prejudicar o bolsonarismo no estado. Ainda há uma disputa interna entre Nikolas Ferreira e Bruno Engler, aliados historicamente, mas com visões distintas sobre a sucessão estadual.




