O pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), denunciou a ilegalidade da CPI proposta por Alessandro Vieira (MDB-SE) para investigar os ministros do STF, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, relacionados ao caso do Banco Master.
Após o requerimento protocolado com 35 assinaturas, Flávio foi o 29º signatário, gerando críticas pela demora nas redes sociais, com questionamentos sobre sua relação com os ministros investigados.
Flávio alegou que Vieira acelerou a coleta de assinaturas para constrangê-lo publicamente, destacando que a CPI não deveria investigar crimes comuns.
O pré-candidato assinou o requerimento e sugeriu incluir outros nomes como o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolio, nas investigações.
Flávio ressaltou ser favorável ao impeachment de ministros do STF que descumpram a Lei de Responsabilidade e mostrou apoio a outras solicitações já assinadas por ele.
Com a proposta da CPI do Banco Master, Flávio criticou Alessandro Vieira, acusando-o de transformar a investigação em um palanque eleitoral, convocando ex-ministros do governo Bolsonaro, como Paulo Guedes e Roberto Campos Neto.
Apesar de considerar a CPI ilegal em sua formatação atual, Flávio defendeu a importância de investigações no caso de descumprimento da lei por parte de ministros do STF.
Ao atacar Vieira de forma mais ampla, Flávio afirmou que senadores como ele descredibilizam o instituto das CPIs, e questionou o porquê de alguns nomes não terem sido convocados para a CPI do Crime Organizado.
Com a revelação de mensagens que indicam contato entre Daniel Vorcaro e ministros do STF, a proposta da CPI é um reflexo do escândalo envolvendo o Banco Master e a possível ligação de familiares de Toffoli com fundos vinculados ao banco.




