O senador Flávio Bolsonaro (PL) criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o mandatário francês, Emmanuel Macron, ao conceder entrevista, nesta segunda-feira, ao principal canal televisivo de notícias ligado à extrema direita da França. Com ataques a adversários políticos e ao Supremo Tribunal Federal (STF), o pré-candidato à Presidência disse que o Brasil ‘não vive uma democracia plena’ e que o pai, Jair Bolsonaro, foi condenado por ‘inimigos’. Além da entrevista à CNews, Flávio se reuniu com a deputada europeia Marion Maréchal, sobrinha da pré-candidata à presidência da França Marine Le Pen, do partido Reunião Nacional (RN), uma das principais figuras da extrema direita do país europeu. Os compromissos marcaram a nova parada de uma agenda internacional do pré-candidato, que busca consolidar seu alinhamento a lideranças conservadoras internacionais e impulsionar seu nome na corrida ao Planalto. Na entrevista, Flávio Bolsonaro afirmou que o Brasil ‘precisa ser salvo com propostas modernas’. O senador citou o escândalo de desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e tentou vinculá-lo a Lula. Ele também ressaltou esperar que os dois países tenham novos chefes de Estado no próximo ano e chamou Macron de ‘incompetente’. Flávio disse que Macron viajou ao Brasil ‘apenas para tirar fotos abraçando árvores na Amazônia’. Em 2024, o presidente francês posou para fotos com Lula em Belém. No ano passado, o presidente francês retornou à capital do Pará durante a COP30. Sem apresentar dados, disse que a Amazônia ficou mais preservada durante a gestão de Jair Bolsonaro.




