Ao todo, os parlamentares gastaram R$ 2,8 milhões com os serviços dos Correios, representando um aumento de 24% em relação ao ano anterior, que registrou R$ 2,14 milhões em gastos. Comparado a 2023, houve um acréscimo de 30%, com despesas chegando a R$ 1,97 milhão. Após Flávio Bolsonaro, o segundo lugar no ranking de gastos foi ocupado por Zequinha Marinho (Podemos-PA), com R$ 128,5 mil, seguido por Irajá (PSD-TO), que teve um custo de R$ 97,2 mil. Os senadores baianos também apareceram no levantamento, com Angelo Coronel (PSD), R$ 41,2 mil; Jaques Wagner (PT), R$ 30,7 mil e Otto Alencar (PSD), R$ 27,2 mil em despesas.
Os congressistas relataram que a maioria das despesas está relacionada ao envio de publicações institucionais e materiais educativos, direcionados a estudantes, concurseiros e profissionais do Direito em seus respectivos estados. A assessoria de Flávio Bolsonaro explicou que os envios estão ligados à prestação de contas, ao envio de informativos e ao atendimento das demandas dos eleitores do Rio de Janeiro, incluindo a Constituição. Segundo a assessoria, por ser um dos senadores mais populares, ele recebe uma quantidade maior de demandas. Sobre o volume expressivo registrado em 27 de novembro, a equipe informou que se tratava de uma situação de ‘demanda concentrada’.



