A decisão do União Brasil de filiar o senador Rodrigo Pacheco e mantê-lo na área eleitoral de centro está mudando o cenário político em Minas Gerais para as próximas eleições. O movimento, em parceria com o Progressistas (PP) e com lideranças nacionais como Antonio Rueda e Ciro Nogueira, ambos alinhados à direita, reposiciona as peças no tabuleiro. A filiação de Pacheco é estratégica para resolver uma equação política complexa. Enquanto isso, o PL, liderado por Valdemar Costa Neto, busca consolidar apoio à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro, com desafios regionais em Minas. No campo do Republicanos, Cleitinho Azevedo e o recém-filiado Mateus Simões surgem como possíveis candidatos da direita, com o partido sinalizando apoio a Flávio Bolsonaro. Com o olhar de Costa Neto para múltiplos palanques e o apoio pragmático do Republicanos, a disputa em Minas se torna um dos pontos cruciais do tabuleiro político nacional. O estado, com a presença de Pacheco na disputa estadual e a consolidação de Flávio Bolsonaro, tende a ser estratégico na corrida rumo ao Palácio do Planalto, com negociações e alianças em jogo.




