A Reag foi alvo das Operações Carbono Oculto e Compliance Zero, da Política Federal (PF), por supostos envolvimentos com o PCC e com as supostas fraudes financeiras do Banco Master.
Essas operações investigam a atuação da Reag em conexão com o Primeiro Comando da Capital (PCC) e com alegadas práticas fraudulentas do Banco Master, levando à liquidação da empresa pelo BC.
O fundador Mansur afirmou que a escolha por governança de alto nível acabou penalizando a empresa por sua independência, destacando a transparência das operações e a reputação no mercado.
Mansur declarou que a empresa prestava serviços ao Banco Master, assim como a outras instituições financeiras e empresas de mercado, afirmando que não possui ligações com o PCC.
O empresário defendeu a Reag das acusações de associação com o PCC, ressaltando a diligência da empresa e a ausência de menção à facção criminosa em documentação da operação Carbono Oculto.
A defesa de Mansur confirmou que ele permaneceria em silêncio durante o depoimento da CPI, ressaltando o direito concedido pelo ministro Flávio Dino de não responder às indagações, mesmo estando presente na oitiva.
A Reag foi apontada pela PF como responsável por parte das estruturas financeiras utilizadas nas fraudes do Banco Master, administrando fundos e operações posteriormente classificadas como fraudulentas.
O depoimento de Mansur à CPI do Crime Organizado evidenciou a complexidade das investigações em torno do caso, revelando os desafios enfrentados pelas grandes empresas independentes no mercado.




