Home»Radar»“Fui obrigado a vender Cachoeira Dourada”, revelou ex-governador Maguito Vilela

Esta sempre foi uma das principais críticas a administração do emedebista

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“Ou vendia ou as dívidas do Estado não eram negociadas”
Maguito Vilela, sobre a venda da Usina de Cachoeira Dourada

Cachoeira Dourada

Muito criticado até hoje pela venda da usina de Cachoeira Dourada, o ex-governador Maguito Vilela afirmou recentemente que nos anos 90, quando era governador de Goiás, foi obrigado a vender Cachoeira Dourada. “Fui forçado a vender Cachoeira Dourada por Fernando Henrique (presidente da República). Ou eu vendia ou as dívidas do Estado não eram renegociadas”.

Perdão fiscal

Depois de curtir o feriadão, os deputados prometem trabalhar bastante na próxima semana. A Assembleia Legislativa terá pauta recheada de processos legislativos. Um deles chama a atenção. O que dispõe sobre a dispensa créditos tributários relacionados com o ICMS, inscritos ou não em dívida ativa, inclusive ajuizados, da Celg Distribuição S.A. Como a Celg já foi vendida para a italiana ENEL, a multinacional ganha o presente.
Foto: Reprodução

Sindicância

O governador Marconi Perillo se prepara para entregar o governo ao vice, José Eliton e se dedicar a sua campanha para o senado. Antes porém, o governador marcou um tento. O Ministério Público Federal (MPF) recomendou o arquivamento da proposta de abertura de sindicância contra ele, no âmbito da Operação Decantação. A proposta de sindicância apresentada pela Polícia Federal (PF) ao Ministério Público Federal (MPF) foi feita a partir das interceptações telefônicas na operação que investiga desvio de recursos na Saneago.

Feriado prolongado

A exemplo do que ocorre no STF, também no Judiciário goiano e no Ministério Público estadual, não haverá expediente nos dias compreendidos entre quarta e sexta-feira da Semana Santa. Assim, o expediente será retomado na próxima segunda-feira, dia 2. Para atender aos casos urgentes, o MP-GO mantém regime de plantão em todo o Estado no período do feriado.

Eleições 2018

O TSE promove a partir de 1º de abril, propaganda institucional no rádio e na TV destinada a incentivar a participação feminina, dos jovens e da comunidade negra na política, bem como esclarecer os cidadãos sobre as regras e o funcionamento do sistema eleitoral. Outra data importante no calendário eleitoral de abril, é o fim do prazo para troca ou filiação aos partidos no dia 7, a chamada janela partidária.

Reaberto

O Restaurante Cidadão da Avenida Goiás, no Centro da Cidade, que ficou três meses fechado para reforma, foi reaberto. Com as mudanças, as refeições serão preparadas no local, conforme recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A obra incluiu também a pintura do prédio, reforma dos banheiros e das redes hidráulica e elétrica. Inaugurado em 2003, o restaurante é a mais antiga unidade do programa da OVG, e continuará servindo 2.500 refeições diariamente ao preço simbólico de R$ 2,00.

Goiás ficou fora

O ministro das Cidades, o goiano Alexandre Baldy, anunciou na semana passada mais verbas para obras de saneamento básico em 7 estados. Para Goiás, nenhum centavo. Alexandre Baldy, informou que, em abril, na segunda etapa do Avançar Cidades – Saneamento, haverá mais R$ 3,5 bilhões para o financiamento desses projetos. Para receber os recursos é necessário que estados e municípios interessados mandem os projetos para o governo federal.

Fim do foro privilegiado

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli liberou para julgamento o processo que trata da restrição ao foro privilegiado para deputados, senadores e ministros de Estado. Em novembro do ano passado, o ministro pediu vista do processo e o julgamento foi interrompido. Por causa da demora do STF em julgar o caso, a Câmara dos Deputados ameaça votar projeto de lei para acabar com o foro privilegiado no Brasil. Aguardemos o Supremo!

Demissão em massa

A coleta de lixo em Goiânia que não é boa, pode piorar. A Comurg demitiu 704 funcionários aposentados que continuavam trabalhando. A medida faz parte de um projeto que prevê redução de R$ 10 milhões mensais na Comurg. De acordo com o presidente, Denes Pereira, as exonerações devem gerar uma economia de R$ 3,5 milhões mensais para a empresa. E mais funcionários devem ser demitidos em breve mas, desta vez, haverá um Plano de Demissão Voluntária. (PDV). Resta saber como ficará a limpeza urbana.

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