Funcionária de lotérica cai em golpe com prejuízo de R$ 200 mil: polícia investiga caso

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Funcionária cai em golpe que causa prejuízo de R$ 200 mil a lotérica

Golpista se passou por chefe dela e enviou por um aplicativo de mensagens vários códigos de barras de supostos boletos para pagamento, segundo a TV Anhanguera. Caso aconteceu no último dia do ano, em meio ao movimento intenso por causa da Mega da Virada.

Funcionária de lotérica cai em golpe com prejuízo de R$ 200 mil

Uma funcionária de uma casa lotérica caiu em um golpe depois de uma pessoa ter se passado pelo seu chefe. De acordo com a TV Anhanguera, o suspeito enviou para ela diversos códigos de barras, para pagamentos de supostos boletos, no valor total de cerca de R$ 200 mil. Depois de fazer o pagamento, a funcionária e a mãe dela, que trabalha como gerente da lotérica, perceberam a farsa.

À repórter Isabelle Saleme, as vítimas contaram que o golpe aconteceu no último dia do ano, em meio à intensa movimentação na casa lotérica por causa das apostas na Mega Sena da Virada. Nas imagens da conversa do estelionatário com a funcionária, feita pelo whatsapp, é possível ver que, primeiro, ele pediu a ela que fizesse alguns jogos.

1 de 2 Golpista chegou a enviar um comprovante falso de um dos pagamentos para a funcionária — Foto: Reprodução/ TV Anhanguera

Depois, ele começou a pedir que ela pagasse boletos, enviando apenas os números dos códigos de barras. O suspeito chegou a enviar um comprovante de um dos pagamentos, de mais de R$ 38 mil. Apenas no final da tarde as funcionárias se deram conta de que os boletos eram falsos e avisaram aos sócios, que confirmaram que se tratava de um golpe.

2 de 2 Golpista enviou diversos códigos de barras para a funcionária, passando-se por chefe dela. À dir., print das tentativas de ligação da funcionária, ao desconfiar de que havia caído em um golpe — Foto: Reprodução/ TV Anhanguera

Segundo a TV Anhanguera, a Polícia Civil investiga o caso e, até o momento, foram identificadas seis contas que receberam os valores dos pagamentos, possivelmente pertencentes a laranjas (pessoas usadas por criminosos para crimes). O DE pediu mais informações à polícia, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

O golpe se soma a outros do mesmo tipo já realizados em Goiás, que motivaram, inclusive, uma operação da Polícia Civil, em setembro, contra suspeitos desse estelionato. Na ocasião, foram cumpridos 15 mandados de prisão temporárias, 24 mandados de busca e apreensão e mais de 150 medidas judiciais contra suspeitos.

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