Funcionário de asilo é preso por estupro de idosa com Alzheimer em SP: Caso choca e reforça necessidade de proteção dos vulneráveis

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Funcionário de asilo é preso suspeito de estuprar idosa com Alzheimer no interior de SP

Homem de 64 anos foi flagrado por colegas durante o crime e fugiu do local. Prisão temporária foi decretada após apresentação na Delegacia de Marília (SP).

Caso será investigado pela Polícia Civil de Marília (SP) — Foto: Maycon Oliveira/TV TEM

Um funcionário de um asilo, de 64 anos, foi preso nesta quarta-feira (7), suspeito de estuprar uma idosa diagnosticada com Alzheimer, em Marília, interior de SP. Segundo a denúncia, o abuso ocorreu na noite do último domingo (4), dentro da própria instituição.

De acordo com a Polícia Civil, outros funcionários do asilo testemunharam que viram o homem praticando o crime. Em depoimento, eles contaram que a vítima estava desacordada e não tinha condições de compreender ou resistir à violência. Após ser flagrado, o suspeito fugiu do local.

Depois de três dias, o homem se apresentou nesta quarta-feira, acompanhado de um advogado, na Delegacia de Marília, onde foi decretada a prisão temporária.

O caso foi registrado como estupro de vulnerável e segue em investigação. A importância de denunciar casos como esse é fundamental para garantir a proteção dos mais vulneráveis na sociedade.

Infelizmente, casos de violência contra idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade são mais comuns do que gostaríamos de admitir. Por isso, é essencial que a sociedade esteja atenta e pronta para agir diante de situações suspeitas.

A punição para crimes como estupro de vulnerável é necessária para a justiça ser feita e para que casos semelhantes sejam evitados no futuro. É papel das autoridades competentes investigar, julgar e condenar os responsáveis por tais atrocidades.

Por fim, é fundamental que as instituições estejam preparadas para identificar e evitar casos de abuso e violência, especialmente contra pessoas que não possuem plena capacidade de defesa. A proteção dos mais vulneráveis deve ser uma prioridade em qualquer sociedade comprometida com a justiça e a dignidade humana.

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