Funcionário preso após golpe de R$ 100 mil em agência de viagens no Paraná

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Funcionário é demitido e preso após agência de viagens do Paraná descobrir que pagamentos de pacotes eram direcionados à conta dele. Segundo delegado, homem fez ao menos 14 vítimas que só notavam o golpe quando dia da viagem chegava. A empresa descobriu o caso e demitiu o funcionário em dezembro. Ela estima que prejuízo deixado pelo funcionário seja de R$ 100 mil.

Homem que causou prejuízo de R$ 100 mil em agência de viagens é preso. Um funcionário de uma agência de viagens de Maringá, no norte do Paraná, foi preso preventivamente suspeito de aplicar golpes em clientes. Segundo o delegado Fernando Garbelini, o homem de 36 anos vendia pacotes de viagens, mas apresentava a conta bancária pessoal para os que os clientes fizessem os pagamentos. O nome do suspeito não foi divulgado. Ele trabalhou por seis meses no local e foi demitido em dezembro.

Nesta terça-feira (20), em entrevista à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, o delegado explicou que a empresa descobriu a situação em dezembro a partir do momento em que os clientes começaram a questionar a equipe sobre os detalhes da compra, perto da data da viagem. Alguns alegavam que não receberam as passagens, por exemplo. Ao conferir o suposto pacote que compraram, eles apresentaram o comprovante do pagamento direcionado à conta do funcionário.

Ao menos 14 pessoas foram vítimas do golpe. A agência estima que o prejuízo deixado pelo funcionário seja de aproximadamente R$ 100 mil. Uma das vítimas relatou à Polícia Civil (PC-PR) que comprou um pacote de R$ 60 mil para viajar à Itália. O delegado também disse que os clientes foram ressarcidos pela própria agência. O caso segue em investigação.

O delegado esclareceu que a forma de atuação do suspeito era receber o pagamento e não lançá-lo no sistema da empresa, deixando o prejuízo para ela. O golpe veio à tona quando os clientes começaram a exigir informações sobre suas compras próximas à data da viagem. Caso semelhante foi investigado pela Delegacia de Estelionato de Maringá, que agora apura os detalhes desse novo caso e as consequências das ações do ex-funcionário.

A mídia local noticiou que o suspeito estava vendendo pacotes de viagens ilícitas, induzindo os clientes a realizarem os pagamentos em sua conta pessoal. Por se tratar de um golpe de grande escala, causando um prejuízo significativo à agência de viagens, medidas judiciais foram tomadas visando a responsabilização do indivíduo envolvido. Importante destacar a atuação das autoridades policiais e o apoio da agência no processo investigativo para garantir a segurança e a confiança dos clientes.

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