MILHARES DE IRANIANOS ACOMPANHAM FUNERAL DE CRIANÇAS MORTAS POR ISRAEL E ESTADOS UNIDOS
CERIMÔNIA EM MINAB REÚNE MILHARES APÓS BOMBARDEIO QUE MATOU AO MENOS 168 ESTUDANTES E 14 PROFESSORAS
No dia 03 de março de 2026, milhares de pessoas se reuniram na cidade de Minab, no sul do Irã, para participar de um funeral coletivo em homenagem às 168 crianças e 14 professoras que foram vítimas de um ataque dos Estados Unidos e DE Israel contra uma escola primária feminina. Um cenário tocante se observou, com a presença de uma multidão ao redor de pequenos caixões cobertos pela bandeira iraniana, enquanto orações eram proferidas em memória das vítimas.
Familiares e moradores carregavam fotografias das crianças mortas, ressaltando o impacto humano do episódio em meio à escalada do conflito. Ainda que poucos detalhes individuais sobre as vítimas tenham sido divulgados, o Crescente Vermelho do Irã informou que 780 pessoas perderam suas vidas em 153 localidades do país desde o início dos recentes ataques.
A Organização das Nações Unidas cobrou uma investigação rigorosa sobre o ataque à escola. O alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, defendeu uma apuração rápida, imparcial e completa do caso, alertando que “ataques indiscriminados” constituem graves violações do direito internacional humanitário.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, responsabilizou publicamente os Estados Unidos e DE Israel pelas mortes. Em uma publicação nas redes sociais, acompanhada por uma imagem de covas recém-abertas, o chanceler afirmou que mais de 160 meninas inocentes foram mortas no bombardeio a uma escola primária, com seus corpos dilacerados.
Em resposta às acusações, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mark Rubio, declarou que o país não miraria deliberadamente uma escola. Ele enfatizou que o Departamento de Guerra investigaria o caso se fosse um ataque dos EUA. Enquanto isso, Israel intensificou os bombardeios em território iraniano, com imagens divulgadas mostrando áreas residenciais em Teerã reduzidas a escombros, aumentando a tensão internacional em torno do conflito.




