Gasolina em Postos de Combustíveis em Goiânia chega aos R$7

A Gasolina sofreu uma alta de R$0,20 no último sábado (9). O álcool chega a casa dos R$ 4,97

Gasolina de Goiânia já se encontra perto de uma das mais caras do País. Alguns postos de combustíveis que chegam a vender a gasolina por R$ 6,97, na região Central da capital.

Na última sexta-feira, (08), foi anunciado um novo reajuste pela Petrobras. Além do preço das gasolinas no alto, o gás de cozinha também recebeu aumento, pesando ainda mais no bolso do consumidor. O litro da gasolina ficou R$ 0,20 mais caro desde o último sábado (9).

Nesta quinta (14), um posto de combustível na Avenida Quarta Radial, no setor Pedro Ludovico, foi flagrado vendendo gasolina pelo valor de R$ 7, o litro. Já o litro do álcool está sendo comercializado a R$ 4,97.

À CBN, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás, Márcio Andrade, afirmou que os constantes reajustes estão sendo encarados com indignação. Disse também que, mesmo não sendo percebido pelos consumidores, a compra dos combustíveis por empresário têm aumentado nos últimos dias, é que muitos deles não conseguem escapar da crise financeira.

Câmara aprova texto-base do novo ICMS

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (13), o texto base de projeto de lei complementar que institui uma nova metodologia para a cobrança de ICMS pelos Estados e o Distrito Federal sobre combustíveis.

A PL 11/2020, relatado pelo deputado Dr. Jaziel (PL-CE), foi votado por 392 votos a 71. O texto busca frear as altas nos preços da categoria de produtos como combustíveis em um contexto de preocupação da classe política com os impactos da inflação. Há um acumulo na alta de 10,25%, em 12 meses, no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os combustíveis são uma das categorias que mais sofreram reajuste nos últimos meses. De acordo com o IBGE, a gasolina acumula uma alta de 39,60% em 12 meses. O aumento é uma combinação de fatos, como a alta dos barril de petróleo no mercado internacional e apreciação do dólar em relação ao real.

Caso a nova regra entre em vigor, o ICMS cobrado em cada unidade da federação será fixo e calculado com base no preço médio dos combustíveis nos dois anos anteriores.

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