Goiás terá chuvas irregulares em fevereiro, graças ao Fenômeno La Ninã

Segundo o Cimehgo, o mês de Fevereiro será marcado por grandes irregularidades nas chuvas em todo país

De acordo com o Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo), o fenômeno La Niña permanecerá no mês de fevereiro e trará irregularidade nas chuvas.

La Niña é o nome dado ao fenômeno climático-oceânico caracterizado pelo resfriamento anormal das águas do oceano Pacífico. Ele tem origem na região do Pacífico Equatorial, na zona intertropical do planeta, e provoca alterações sazonais na circulação geral da atmosfera, podendo durar de nove a 12 meses. Sua ocorrência se dá entre períodos de dois a sete anos.

Segundo o Cimehgo, neste mês de Fevereiro, o fenômeno promoverá grande irregularidade nas chuvas em todo Brasil, principalmente no sul do país, que ainda será castigado pelas chuvas abaixo da média.

Em Goiás a tendência será de chuvas irregulares, neste período de verão as chuvas podem vir concentradas de curta duração e com volumes elevados, causando bastante transtornos.

 

Para a próxima quarta-feira (02), o tempo estará na zona de convergência do atlântico sul – ZCAS. Devido ao espalhamento de nebulosidade sobre o Estado que combinado com calor, será favorecido a formação de áreas de instabilidade em várias regiões de Goiás. Com isso, teremos pancadas de chuvas isoladas que podem vir acompanhadas de rajadas de vento e raios.

A temperatura máxima poderá chegar aos 29ºC e umidade relativa do ar variando entre 45% a 90%, o nascer do sol será às 06:06hs e o pôr do sol às 18:55hs.

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Jovem baleada por PRF na véspera de Natal tem estado de saúde atualizado

Jovem Baleada por PRF na Véspera de Natal: Estado de Saúde Atualizado

O Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes atualizou o estado de saúde de Juliana Leite Rangel, baleada por um PRF na véspera de natal. Em entrevista ao Globonews, o médico Maurício Mansur, responsável pelos cuidados com a vítima, informou que o caso é “extremamente grave” e que ela está “estável”.

“É importante lembrar que se trata de um caso grave e que, neste momento, não é possível falar sobre sequelas ou qualquer outra consequência. Estamos, na verdade, focados em um tratamento para salvar a vida dela.”, disse o médico.

A jovem está em coma induzido no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do hospital, no Rio de Janeiro. Segundo a equipe médica, o tiro pegou de raspão próximo à orelha esquerda, o que causou lesões no crânio da vítima e grande perda de sangue.

O médico também informou que a família de Juliana solicitou a transferência da paciente para um hospital particular, mas o pedido foi negado por ele devido a riscos à saúde dela.

Entenda o caso

De acordo com relatos, a jovem estava em um veículo quando os agentes da Polícia Rodoviária Federal realizaram a abordagem. A vítima estava indo passar a véspera de natal com a família em Niterói e estava acompanha da mãe, do pai e do irmão mais novo. Além dela, o pai também foi baleado de raspão no dedo.

“Olhei pelo retrovisor, vi o carro da polícia e até dei seta para eles passarem, mas eles não ultrapassaram. Aí começaram a atirar, e falei para os meus filhos deitarem no assoalho do carro. Eu também me abaixei, sem enxergar nada à frente, e fui tentando encostar. O primeiro tiro acertou nela. Quando paramos, pedi para o meu filho descer do carro, então olhei para Juliana: ela estava desacordada, toda ensanguentada, tinha perdido muito sangue. Eles chegaram atirando como se eu fosse um bandido. Foram mais de 30 tiros”, falou o pai da jovem.

Uma investigação foi aberta pelo Ministério Público Federal e o caso foi condenado pelo superintendente da PRF no Rio de Janeiro, Vitor Almada, que relatou que os agentes se aproximaram do veículo após ouvirem tiros e deduziram que vinha do veículo, descobrindo depois que havia cometido um grave erro.

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