O governador Cláudio Castro (PL) declarou que terá uma reunião com o presidente de seu partido, Altineu Cortes, e com o senador Flávio Bolsonaro para discutir seu futuro político. Ele está considerando se permanecerá no cargo até o final do ano ou se renunciará para concorrer ao Senado. Castro ressaltou a importância de garantir que seu substituto seja capaz de gerir um estado com déficit orçamentário de R$19 bilhões. Ele indicou Nicola Miccione como seu preferido para assumir o cargo, mas afirmou que a decisão da Alerj, que fará a escolha por meio de eleição indireta, é soberana. O vice de Castro, Thiago Pampolha, renunciou ao cargo ao ser nomeado conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Durante o desfile das escolas de samba, uma polêmica surgiu quando a Imperatriz reclamou que carros da Acadêmicos de Niterói bloquearam a passagem, causando uma breve paralisação. Apesar disso, a Imperatriz brilhou na primeira noite do Grupo Especial. Ao ser questionado sobre o desfile que homenageou o presidente Lula, Castro preferiu não comentar, destacando que estava mais ocupado nos camarotes institucionais recebendo convidados.
Quanto à colaboração entre prefeitura e estado durante o Carnaval, houve um acordo para ceder metade do camarote estadual no setor 9 à Riotur. Além disso, o camarote da prefeitura foi cedido para os convidados do ex-presidente Lula. Castro considera este ano a melhor edição da festa em termos de impacto econômico, com altos índices de ocupação hoteleira e turismo em destaque. O Governador também elogiou os resultados positivos na economia fluminense, citando um grande número de desembarques no Aeroporto Internacional do Galeão.
Apesar de ter ocorrido um incidente envolvendo um ônibus desgovernado em Jacarepaguá, o foco principal permanece na decisão política de Cláudio Castro e seus planos para o futuro no cenário político. A expectativa é que a reunião com o presidente do PL e Flávio Bolsonaro traga mais clareza sobre os próximos passos do Governador do Rio.




