Aos quatro anos de guerra na Ucrânia, o governo Luiz Inácio Lula da Silva foi cobrado a ter um posicionamento mais claro e duro contra a invasão russa. O encontro promovido em ‘solidariedade’ a Kiev debateu as posições adotadas pelo Brasil. O embaixador brasileiro afirmou que, apesar de adotar neutralidade militar, não há neutralidade moral. Parlamentares da oposição e representantes da diáspora ucraniana criticaram a abstenção brasileira em resoluções da ONU e a aproximação com a Rússia. Integrantes do governo Bolsonaro também demonstraram insatisfação com a postura brasileira. O Brasil foi pressionado a se posicionar de forma determinada e firme em apoio à Ucrânia, condenando a agressão russa. As autoridades brasileiras foram cobradas a adotar medidas concretas que respeitem a integridade territorial e a dignidade humana na Ucrânia. O embaixador brasileiro mencionou o apoio do Brasil a resoluções da ONU em defesa da soberania ucraniana e contra o uso da força em conflitos.




