Greve de servidores federais em Goiás deve ser “forte e breve”

Série de reuniões entre as categorias define forma e prazo de mobilização que reivindica 19,99% de reajuste salarial

Servidores técnico-administrativos de instituições federais de ensino superior em Goiás participam, com as demais categorias de servidores federais do estado, da greve geral convocada para esta quarta-feira (23) em todo o país para reivindicar do Governo Federal o reajuste salarial de 19,99%.

Após a paralisação nacional, funcionários da Universidade Federal de Goiás (UFG), do Instituto Federal de Goiás (IFG) e do Instituto Federal Goiano (IF Goiano), se juntam a servidores de outros órgãos como Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Saúde, Transporte e Judiciário Federal. A assembleia para definir esta mobilização em Goiás será convocada para sexta-feira (25).

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Para o coordenador do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior do Estado de Goiás (Sint-Ifesgo), Fernando Mota, a greve deve ser forte e breve. “No dia 24 vamos fazer uma avaliação da mobilização nacional e dia 25 a gente convoca a assembleia para decidir se a gente entra em greve, porque o nosso objetivo é causar impacto”.

Fernando está participando de uma série de reuniões com representantes de outras categorias para traçar as estratégias para a greve dos servidores públicos federais em Goiás.

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Ele defende que a paralisação deve reunir servidores federais de todos os órgãos e que ela deve ser curta, uma vez que o prazo que o Governo Federal tem para conceder reajuste salarial sem infringir a legislação eleitoral termina dia 4 de abril. “A gente está no processo de mobilização da categoria, fazendo reuniões nos locais de trabalho para motivar e incentivar os colegas para que possamos fazer uma greve forte junto com outras categorias do serviço público federal em Goiás”.

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