A paralisação dos rodoviários em São Luís chega ao fim após uma decisão judicial que determinou um reajuste de 5,5% para os trabalhadores do sistema urbano da cidade, além da manutenção de benefícios. A greve, que teve início em 30 de janeiro, foi encerrada depois que os rodoviários acataram a determinação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 16ª Região, que concedeu o reajuste salarial e outros benefícios aos trabalhadores.
O Sindicato dos Rodoviários do Maranhão (STTREMA) anunciou o encerramento da paralisação no início da tarde da quinta-feira (5), após a categoria concordar com a decisão judicial. Uma audiência de conciliação foi realizada entre o STTREMA, o Sindicato das Empresas de Transporte (SET) e a Prefeitura de São Luís na mesma manhã, onde o reajuste de 5,5% foi determinado pelo TRT-MA.
Com a decisão judicial, os rodoviários irão retomar suas atividades, porém, não há um horário definido para a normalização completa da circulação dos ônibus. Além do reajuste salarial, os benefícios da categoria, como plano de saúde, plano odontológico, seguro de vida, exame toxicológico e outros, foram mantidos.
O TRT-MA decidiu pelo reajuste de 5,5% para os rodoviários do sistema urbano de São Luís, encerrando assim a greve que já durava sete dias. A mesma porcentagem de aumento foi estabelecida para o sistema semiurbano, que já havia retomado suas operações. A decisão foi anunciada durante a audiência de conciliação com os sindicatos e a Prefeitura de São Luís.
Após a decisão judicial, o Sindicato dos Rodoviários realizará uma assembleia com os trabalhadores para discutir os termos do acordo e encaminhar o fim da paralisação. Mesmo com a determinação do TRT-MA, a Prefeitura de São Luís não apresentou possibilidade de aumentar o subsídio para o sistema urbano, exigência feita pelo SET para conceder o reajuste aos trabalhadores.
A greve dos rodoviários envolveu tanto o sistema urbano quanto o semiurbano de São Luís, com reivindicações de aumento salarial, benefícios extras e melhorias nas condições de trabalho. Após negociações e determinações judiciais, os trabalhadores deverão retomar suas atividades gradualmente, seguindo as novas condições estabelecidas.




