Nos últimos meses, o termo “gripe K” começou a aparecer em notícias e alertas sobre o aumento de casos de influenza em diferentes países. E, como costuma acontecer nessas situações, muitas pessoas ficam com a sensação de que surgiu uma nova doença. Mas é importante colocar o tema em perspectiva: a “gripe K” não é uma gripe totalmente diferente. O nome tem sido usado para se referir a uma variação (subclado) do vírus influenza A (H3N2), que já circula de forma sazonal e é conhecido por causar quadros típicos de gripe.
O que muda é mais o comportamento de circulação desse tipo de influenza em determinados períodos do ano. É esse ponto que tem chamado a atenção de especialistas para os sintomas, prevenção e cuidados com a transmissão.
A influenza muda ao longo do tempo. Essa mudança acontece porque o vírus sofre pequenas alterações genéticas, o que dá origem a linhagens e subclados. A “gripe K” é o nome popular usado para uma dessas variações dentro do vírus influenza A (H3N2), citada em atualizações de vigilância por autoridades de saúde. Na prática, o mais importante é entender que: não é um novo tipo de doença; ela continua sendo influenza; os cuidados de prevenção e os sinais de alerta seguem parecidos com os já conhecidos.
Ainda que não seja uma nova doença, ela também inspira cuidados tanto na prevenção dos sintomas da gripe K, como também na propagação do vírus. Por outro lado, a vacinação ainda é uma das maneiras indicadas de reduzir os casos graves e hospitalizações por influenza. “Mesmo que seja uma nomenclatura nova, a gripe K é também causada pelo vírus influenza. Esse tipo tende a circular a nível global e para evitar o contágio, algumas medidas de proteção devem ser tomadas. Sempre vacine-se anualmente, evite contato com pessoas infectadas, lave bem as mãos antes das refeições. São medidas simples, mas que fazem grande diferença na prevenção e diminuição da propagação do vírus”, destaca Eliane Messias Rodrigues, farmacêutica responsável da Drogal.
Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, os sintomas da gripe K são muito semelhantes aos da gripe comum. São os sintomas comuns: febre; tosse; dor de garganta; dor no corpo; dor de cabeça; cansaço intenso e indisposição. Além disso, em algumas pessoas também pode haver calafrios, falta de apetite, náuseas e diarreia (geralmente mais comum em crianças). Esses sintomas são típicos do quadro gripal de influenza, e infelizmente ainda é difícil diferenciar qual variação é a responsável pelos sintomas.
Na maior parte das pessoas saudáveis, a gripe tende a melhorar com medidas de suporte como repouso, boa hidratação, alimentação leve, ambiente ventilado e controle de febre e dor conforme orientação profissional. Para quem busca opções para aliviar os sintomas gripais comuns, a Drogal reúne alternativas em antigripais com diferentes composições e de venda livre. O uso de descongestionantes nasais deve ser cuidadoso, principalmente em crianças, e feito conforme indicação médica.
Do ponto de vista dos sintomas, a gripe K não costuma ser diferente da gripe “normal”. O quadro clínico descrito costuma ser semelhante aos de outras gripes por influenza. As mudanças costumam se dar em alguns casos, como aumento da circulação em determinados locais e mais casos em períodos específicos do ano. Além disso, é fundamental ressaltar que os sintomas respiratórios podem ser causados por vários tipos de vírus, sendo necessário avaliação clínica e, quando indicado, testes complementares para confirmação do agente.
A gripe não é totalmente inofensiva e, na maioria dos casos, pode evoluir bem. No entanto, alguns sinais exigem avaliação imediata do quadro. Procure atendimento médico se houver falta de ar, febre alta e persistente, dor no peito, confusão mental, desidratação, ou piora rápida do quadro. É importante buscar avaliação logo no começo se a pessoa for do grupo de risco, como idosos, gestantes, crianças, pessoas com doenças crônicas ou imunossuprimidas. Eliane Messias Rodrigues, farmacêutica responsável da Drogal, ressalta a importância de buscar auxílio profissional em casos de necessidade.




