Homem confessa assassinato da namorada em Goiânia após discussão por suspeita de traição

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O suspeito Djanir Brito Guimarães, de 37 anos, confessou à Polícia Militar o assassinato de Natali Vieira Batista, de 33 anos, a facadas após discussão na Vila Montecelli, em Goiânia. Durante sua prisão, ele alegou que ‘perdeu o controle’ e não se lembra quantas facadas desferiu. A vítima foi encontrada com ferimentos no tórax e hematomas no rosto, vindo a óbito. Djanir fugiu, mas foi capturado pela polícia. Ele admitiu que acreditava estar sendo traído e haviam consumido álcool antes da tragédia.

Djanir já possuía antecedentes criminais por roubo, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e homicídio. Ex-companheiras também haviam registrado boletins de ocorrência por ameaça e cárcere privado. Em outubro, Natali denunciou violência doméstica. O pai do suspeito testemunhou a discussão prévia ao feminicídio. A Polícia Civil investiga o caso, incluindo a DEAM.

O histórico de violência de Djanir e o crime cometido contra Natali geram preocupação quanto à segurança das mulheres. A brutalidade do feminicídio choca a sociedade e evidencia a necessidade de medidas enérgicas para coibir a violência de gênero. É fundamental haver conscientização e políticas públicas eficazes para prevenir tragédias como essa em Goiânia e em todo o país.

A sociedade clama por justiça e por um combate incisivo contra o feminicídio. A memória de Natali e de todas as vítimas de violência de gênero deve ser honrada com ações concretas que garantam a segurança e integridade das mulheres. É preciso um esforço conjunto da sociedade, governos e instituições para erradicar essa violência tão presente em nossa realidade.

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