Acusado de estuprar, roubar e matar mulher que foi filmado arrastando vítima
para terreno baldio no PR é condenado a 40 anos de prisão
Câmera de monitoramento registrou momento que Jociele de Jesus Abreu foi
atacada. Juliano Constantino foi condenado por estupro e latrocínio. Defesa dele
recorreu da sentença.
Mulher é estuprada e morta após ser arrastada para matagal, diz polícia
Juliano Constantino, acusado de estuprar, roubar e matar Jociele de Jesus Abreu
após arrastá-la para um terreno baldio em Arapoti, nos Campos Gerais
do Paraná, foi condenado a 40 anos de prisão pelos crimes de estupro e
latrocínio (roubo seguido de morte).
O crime aconteceu em agosto de 2024. Uma câmera de monitoramento registrou o
momento em que a mulher foi atacada. As imagens mostram um homem se aproximando
de Jociele e a levando à força para o matagal. Cerca de meia depois, ele sai do
terreno e vai embora. Assista acima.
Jociele desapareceu após sair de casa em um sábado. O corpo dela foi encontrado
dois dias depois, e Juliano foi identificado e preso no dia seguinte. Na época,
ele vivia em situação de rua. Relembre detalhes abaixo.
Além da prisão, ele também foi condenado a pagar pouco mais de R$ 30 mil aos
familiares da vítima como reparação.
A defesa de Juliano recorreu da sentença e o recurso foi encaminhado à segunda
instância para julgamento.
O de entrou em contato com o advogado do homem e aguarda resposta.
RELEMBRE O CASO
Delegado fala sobre caso de mulher estuprada e morta em terreno baldio no Paraná
De acordo com o delegado Gumercindo Athayde, responsável pela investigação, na
noite do dia 17 de agosto de 2024, um sábado, Jociele saiu de casa dizendo à
família que ia jantar. Ela não voltou e, na manhã do dia 19 de agosto,
familiares registraram boletim de ocorrência do desaparecimento.
“A partir de imagens de câmeras de segurança, a polícia identificou o suspeito
como Juliano Constantino, de 33 anos. Ele vivia em situação de rua e era
conhecido por circular pelas cidades vizinhas de Arapoti, Jaguariaíva e Wenceslau Braz.
Segundo o delegado, quando foi localizado pela polícia, no dia 20 de agosto,
Juliano estava ameaçando outra mulher – que afirmou que viu o homem escondendo
em uma árvore uma pulseira e um anel de Jociele.
O delegado afirma que Juliano não conhecia Jociele e que, pelas imagens, é
possível ver que ele se aproximou dela quando a viu sozinha.




