Homem é preso com mais de 100 diplomas falsos para venda

Homem é preso com mais de 100 diplomas falsos para venda

Um homem foi preso com mais de 100 diplomas falsos no carro enquanto trafegava na BR-414, em Cocalzinho de Goiás. Os documentos se referiam a vários cursos distintos de graduação, pós-graduação e ensino técnico, além de históricos escolares. Segundo os policiais do Comando de Operações de Divisa (COD), responsáveis pela abordagem, que os certificados seriam vendidos em vários lugares do país.

Os militares relataram que o suspeito cruzava o país fazendo entregas. Nesta abordagem, ele teria deixado o Maranhão para encontrar clientes no Distrito Federal. O suspeito já teria percorrido os estados do Maranhão, Tocantins, Goiás, Rio Grande do Norte e o Distrito Federal para encontrar os clientes.

De acordo com a polícia, o suspeito admitiu a venda dos diplomas irregulares e informou que os preços variam entre R$ 1 mil e R$ 1,2 mil para graduação e ensino técnico, e até R$ 1,5 mil para quem quisesse um diploma de pós-graduação, todos supostamente emitidos por instituições de ensino de Minas Gerais. Após a prisão, o homem foi levado para a delegacia de Águas Lindas de Goiás.

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Quatro estudantes da PUC-SP são desligados após se envolverem em atos racistas durante jogo

Quatro estudantes de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) foram desligados de seus estágios em escritórios de advocacia após um vídeo viralizar nas redes sociais, mostrando atos de racismo e aporofobia cometidos durante uma partida de handebol nos Jogos Jurídicos Estaduais. O incidente ocorreu no último sábado, 17, em Americana, interior de São Paulo. Nos registros, os alunos ofenderam colegas da Universidade de São Paulo (USP), chamando-os de “cotistas” e “pobres”.

As demissões foram confirmadas por meio de notas oficiais enviadas às redações. O escritório Machado Meyer Advogados, por exemplo, anunciou a demissão de Marina Lessi de Moraes, afirmando que a decisão estava alinhada aos seus valores institucionais, com o compromisso de manter um ambiente inclusivo e respeitoso. O escritório Tortoro, Madureira e Ragazzi também confirmou a dispensa de Matheus Antiquera Leitzke, reiterando que não tolera práticas discriminatórias em suas instalações. O Castro Barros Advogados fez o mesmo, informando que Arthur Martins Henry foi desligado por atitudes incompatíveis com o ambiente da firma. O escritório Pinheiro Neto Advogados também comunicou que Tatiane Joseph Khoury não faz mais parte de sua equipe, destacando o repúdio ao racismo e qualquer forma de preconceito.

Repercussão do caso

O episódio gerou forte indignação nas redes sociais e foi amplamente criticado. O Centro Acadêmico XI de Agosto, que representa os alunos da Faculdade de Direito da USP, se manifestou, expressando “espanto, indignação e revolta” com as ofensas racistas e aporofóbicas proferidas pelos alunos da PUC-SP. A instituição ressaltou que o incidente representou uma violência contra toda a comunidade acadêmica.

Em resposta, a reitoria da PUC-SP determinou a apuração rigorosa dos fatos pela Faculdade de Direito. Em comunicado, a universidade afirmou que os responsáveis serão devidamente responsabilizados e conscientizados sobre as consequências de suas atitudes. A PUC-SP reiterou que manifestações discriminatórias são inaceitáveis e violam os princípios estabelecidos em seu Estatuto e Regimento.

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