Em Salvaterra, no arquipélago do Marajó, um homem de 54 anos foi preso preventivamente suspeito de ameaçar a ex-companheira, perseguir a vítima após o fim do relacionamento e descumprir medida protetiva.
De acordo com a investigação, a prisão, ocorrida na sexta-feira (20), foi decretada após mais umaa ameaça do homem contra a ex-companheira. Conforme a polícia, ele passou a persegui-la de forma constante depois do término da relação e chegou a dizer: “se você não for minha, não será de mais ninguém”. Após o cumprimento do mandado, o suspeito foi colocado à disposição da Justiça.
O mesmo investigado já havia sido preso em 8 de novembro de 2025 por ameaçar a mesma vítima, que na época ainda era sua companheira. Segundo o registro anterior, ele teria usado um terçado e uma motosserra para ameaçá-la e dito que a cortaria com os instrumentos. Na ocasião, foi preso em flagrante, mas depois foi solto por decisão judicial.
Violência recorrente
Ainda conforme a ordem judicial, o investigado tem histórico de violência, com registros de perseguições, agressões físicas e ameaças de morte dirigidas à ex-companheira e ao atual companheiro dela.
O caso é investigado pela Polícia Civil, e o suspeito deve responder por lesão corporal e ameaça no contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher.
Suspeito com histórico de violência
O homem de 54 anos preso em Salvaterra, no arquipélago do Marajó, é apontado pela polícia como um indivíduo com histórico de violência contra a ex-companheira. Os registros revelam um comportamento agressivo e perigoso, com ameaças constantes e descumprimento de medidas protetivas. A prisão preventiva foi decretada após mais um episódio de ameaça, demonstrando a gravidade e recorrência do comportamento do suspeito.
Além disso, a polícia ressaltou que o homem já havia sido detido anteriormente por ameaçar a mesma vítima, o que evidencia um padrão de violência e controle. A investigação aponta para um histórico de perseguições, agressões físicas e ameaças de morte, o que gerou a necessidade de uma prisão preventiva para garantir a segurança da mulher agredida.
Reincidência e medidas protetivas
Diante da reincidência das ameaças e agressões por parte do suspeito, as autoridades afirmaram a importância de manter medidas protetivas eficazes para garantir a segurança e integridade da vítima. A prisão preventiva foi uma medida necessária para interromper o ciclo de violência e proteger a mulher dos constantes riscos a que estava exposta.
Além disso, a polícia ressaltou a gravidade do caso, destacando a ameaça explícita proferida pelo homem ao dizer que a vítima não pertenceria a mais ninguém. O histórico de violência e as ameaças anteriores reforçam a necessidade de uma atuação firme para coibir tais atos e proporcionar segurança à vítima e sua família.




