Homem é suspeito de matar a própria filha e atirar contra genro em Ipameri

Empresária Bruna Bernardes, de 23 anos morreu na última noite de sábado, 28. De acordo com Polícia Militar o suspeito teria atirado contra o genro e matado a própria filha, em Ipameri na região sudeste de Goiás.

A PM foi acionada por volta das 23h, por um jovem que informou que ele e a companheira de 23 anos foram alvejados pelo pai da vítima.

A corporação se dirigiu ao local e deparou com o casal ferido. O marido da empresária disse que estava na chácara onde moram quando escutou alguém chamando na porta e, ao abrir, levou um tiro do sogro. Bruna tinha ferimentos na entrada do peito e saída das costas. O Corpo de Bombeiros foi acionado e constatou o óbito da jovem.

O Corpo de Bombeiros informou que, quando chegaram ao local, os militares encontraram Bruna já morta. O corpo da empresária foi, então, levado ao Instituto Médico Legal de Catalão e liberado por volta de 13 horas para a retirada da funerária.

Após o crime, o suspeito fugiu. Ele segue foragido. As equipes da PM realizam investigações com objetivo de prendê-lo. Já o companheiro da vítima foi hospitalizado e passa bem. O motivo do crime ainda não foi divulgado.

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Anvisa atualiza regras sobre implantes hormonais

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta sexta-feira (22) no Diário Oficial da Uniãoresolução que atualiza as regras sobre o uso de implantes hormonais, popularmente conhecidos como chips da beleza. O dispositivo, segundo definição da própria agência, mistura diversos hormônios – inclusive substâncias que não possuem avaliação de segurança para esse formato de uso.

A nova resolução mantém a proibição de manipulação, comercialização e uso de implantes hormonais com esteroides anabolizantes ou hormônios androgênicos para fins estéticos, ganho de massa muscular ou melhora no desempenho esportivo. O texto também proíbe a propaganda de todos os implantes hormonais manipulados ao público em geral.

“Uma novidade significativa dessa norma é a corresponsabilidade atribuída às farmácias de manipulação, que agora podem ser responsabilizadas em casos de má prescrição ou uso inadequado indicado por profissionais de saúde. Essa medida amplia a fiscalização e promove maior segurança para os pacientes, exigindo mais responsabilidade de todos os envolvidos no processo”, disse em nota Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbenm).

“É importante destacar que essa nova resolução não significa aprovação do uso de implantes hormonais nem garante sua segurança. Ao contrário, reforça a necessidade de cautela e soma-se à resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), que já proibia a prescrição de implantes sem comprovação científica de eficácia e segurança”, destacou a nota.

Entenda

Em outubro, outra resolução da Anvisa havia suspendido, de forma generalizada, a manipulação, a comercialização, a propaganda e o uso de implantes hormonais. À época, a agência classificou a medida como preventiva e detalhou que a decisão foi motivada por denúncias de entidades médicas como a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) que apontavam aumento no atendimento de pacientes com problemas.

Na avaliação da Sbem, a nova resolução atende à necessidade de ajustes regulatórios em relação a publicação anterior. A entidade também avalia a decisão de proibir a propaganda desse tipo de dispositivo como importante “para combater a desinformação e proliferação de pseudoespecialistas, sem o conhecimento médico adequado, comuns nas redes sociais”.

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