Homem morre após ser atingido por galho de árvore durante acampamento, em Goiás
Francisco de Sá Silva sofreu um ferimento na cabeça e chegou a ser socorrido pelo cunhado, mas não resistiu. Família de Senador Canedo tinha costume de passar momentos de lazer em meio à natureza.
Francisco tinha ido acampar com a família, na zona rural de Rosalândia, quando foi atingido por um galho enorme de uma árvore — Foto: Arquivo pessoal/ Dayanio Silva e Reprodução/ Perfil do Instagram de Francisco de Sá Silva
Um homem de 52 anos morreu depois de ter sido atingido por um galho que caiu de uma árvore enquanto ele acampava com a família, na zona rural de Rosalândia, distrito de Bela Vista de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia. O operador de máquinas Francisco de Sá Silva chegou a ser socorrido pelo cunhado e levado para o hospital da cidade, mas não resistiu.
Em entrevista ao DE, o cunhado de Francisco, o empresário Dayanio Tiago Silva, narrou como tudo aconteceu. A família, que mora em Senador Canedo, havia chegado ao acampamento na sexta-feira (2). Além dos dois, estavam as suas esposas, o filho caçula de Francisco e os três filhos de Dayanio. Todos presenciaram a morte.
Dayanio, que é irmão da esposa de Francisco, Maria Leila, contou que o acidente aconteceu por volta das 14h30 de sábado (3). Na noite anterior, havia chovido e ventado bastante, mas a família estava com as barracas em uma área descampada, sem risco de galhos caírem.
No dia seguinte, porém, eles se reuniram para assar uma carne para o almoço em um ponto mais arborizado. Assim que terminaram a refeição e se preparavam para arrumar as coisas para voltar para Senador Canedo, a família ouviu um grande estalo e a tragédia aconteceu.
Segundo o empresário, a árvore é um jatobá antigo, de mais ou menos 30 metros de altura. E o pedaço que caiu sobre Francisco pesava cerca de cem quilos. A partir daquele momento, Dayanio deu início a uma sequência de tentativas para salvar o cunhado. Por já ter atuado como guarda-vidas, ele conhecia procedimentos de primeiros socorros, o que manteve Francisco vivo por um tempo.
Como Francisco era muito pesado, Dayanio pediu ajuda a um homem que estava no acampamento e levou o cunhado para um pronto-socorro em Rosalândia, a cerca de quatro quilômetros do local do acidente, mas a unidade estava fechada. Ao sair de lá para o centro de Bela Vista, ele percebeu que o cunhado estava sem batimentos cardíacos.




