Preso por matar açougueiro a pauladas por vingança já agrediu outra pessoa da mesma maneira, diz polícia
Primeiro crime aconteceu em 2025 e foi registrado como lesão corporal, conforme a polícia. O açougueiro Alcides Miguel de Castro foi assassinado após aparecer em um vídeo em que presenciava furto de carne. Alcides Miguel de Castro tinha 53 anos — Foto: Reprodução/Redes Sociais. Julio Cesar Manoel de Oliveira, suspeito de envolvimento na morte do açougueiro Alcides Miguel de Castro, tem um registro anterior por agredir uma pessoa utilizando um pedaço de pau, segundo a Polícia Civil. O primeiro crime aconteceu, conforme a polícia, em 2025 e foi registrado como lesão corporal. Já as agressões contra Alcides, conhecido como Cide, foram no último domingo (10), no meio da rua, em Jaguariaíva, nos Campos Gerais do Paraná. A vítima, de 53 anos, chegou a ficar internada, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na quarta-feira (14).
As investigações apontam que o homem foi atacado por vingança, após presenciar uma tentativa de furto no mercado onde trabalhava. Julio Cesar Manoel de Oliveira não tem advogado constituído no processo por homicídio, por este motivo o DE ainda não conseguiu contato com a defesa dele. Segundo a polícia, Cide apareceu em um vídeo que mostra duas mulheres tirando pedaços de carne de dentro da bolsa depois de serem abordadas pelo segurança do estabelecimento. Açougueiro espancado após vídeo viral em Jaguariaíva morre no hospital. As imagens foram compartilhadas nas redes sociais, o açougueiro foi reconhecido por familiares das mulheres, e o irmão de uma delas, identificado como Gilmar Miranda De Matos, acompanhado do amigo, Julio Cesar Manoel De Oliveira, atacou Alcides com pauladas no meio da rua.
Os suspeitos fugiram, mas horas depois, foram encontrados e presos em flagrante. Ambos tiveram a prisão convertida em preventiva – ou seja, por tempo indeterminado. Eles ainda não têm defesa constituída no processo. “A vítima foi covardemente atingida por reiterados golpes de paulada na região da cabeça. Mesmo após perder a consciência, as agressões continuaram, resultando em lesões gravíssimas e perda de massa encefálica. Alcides foi socorrido e encaminhado em estado gravíssimo ao hospital, explica o delegado William Arantes Nunes. Agora, a polícia continua ouvindo testemunhas, apurando se houve envolvimento de outras pessoas, e reunindo provas para finalizar o inquérito.
Leia mais notícias no DE Paraná.




