É relevante relembrar os acontecimentos da operação da Polícia Federal que causou rebuliço em Brasília, especialmente na Câmara dos Deputados. O ministro Flávio Dino, do STF, baseou sua autorização para a operação nos depoimentos de parlamentares que denunciaram a manipulação das chamadas ‘emendas de comissão’, peça central do ‘orçamento secreto’. Conforme observado pelo portal ‘Uol’, pela primeira vez, a PF levantou suspeitas de que práticas do orçamento secreto estavam sendo mantidas na gestão de Hugo Motta, do Republicanos-PB.
Hugo Motta se posicionou em defesa de Mariângela Fialek, qualificando-a como ‘uma técnica competente, responsável e comprometida com a boa gestão da coisa pública’. Essas declarações ocorreram em meio às investigações e denúncias envolvendo a gestão das ‘emendas secretas’. As informações foram repercutidas na coluna ‘Aparte’, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza. Para conferir a edição completa desta segunda-feira, é possível acessar o link disponibilizado.
Além disso, o cenário político também tem sido marcado por protestos em diversas cidades contra o Congresso e um projeto relacionado à Dosimetria. O Estadão destacou que mesmo sob investigação da PF, uma assessora ainda gerenciava ‘emendas secretas’. Tais acontecimentos seguem movimentando o cenário político nacional e gerando debates sobre transparência e gestão pública.




