Humorista brasileira relata preconceito no aeroporto de Berlim

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Humorista brasileira relata ter sofrido preconceito no aeroporto de Berlim

A humorista brasileira Fernanda Arantes afirmou, em um vídeo publicado nas redes sociais, que sofreu preconceito por parte de uma funcionária da companhia aérea Lufthansa no aeroporto de Berlim, na Alemanha, enquanto tentava embarcar para o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na terça-feira (3).

No vídeo, Fernanda relata que estava na fila da classe econômica quando foi chamada por uma funcionária que atendia no balcão da primeira classe. Ela explicou que tentou falar em alemão, mas teve dificuldades para se expressar e pediu para continuar a conversa em inglês.

Reações iniciais

Fernanda relata que a funcionária teria dito que ela deveria “estar grata” por estar sendo atendida por alguém que trabalha no balcão da primeira classe. Além disso, a humorista afirmou que a situação piorou após a funcionária ver que seu passaporte era brasileiro.

A humorista também afirmou que a funcionária teria gritado com ela e feito outros comentários desrespeitosos. “É muito humilhante. Eu achei que você, como uma empresa alemã, já tinha aprendido a respeitar todo mundo. Você não aprendeu? A gente vai ter que te ensinar”, afirmou Fernanda no vídeo.

Detalhamento do primeiro fato

No vídeo, Fernanda ainda mostra a resposta enviada a ela por e-mail pela companhia aérea. A empresa teria afirmado que levaria o relato “com muita seriedade” e que entrou em contato com o gerente do aeroporto para investigar o caso, destacando que não tolera nenhuma forma de comportamento discriminatório.

A artista recusou uma oferta de compensação de 300 euros como “gesto de boa vontade” e afirmou que continuará falando sobre o episódio. “A gente não quer dinheiro, a gente quer justiça, a gente quer respeito”, declarou Fernanda.

Desfecho ou decisão

Fernanda afirmou que, caso receba algum valor em eventual processo contra a empresa, pretende doar o dinheiro a um centro de refugiados em Berlim. A repercussão do caso nas redes sociais gerou debate sobre o respeito e a igualdade no atendimento ao público internacional em aeroportos.

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