Ibovespa chega a superar 142 mil pontos, ameniza, mas ainda sobe 1,3%: o que animou?

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Profissionais do mercado de ações afirmam que o apetite por risco é resultado da combinação de fatores. O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira, ultrapassando os 142 mil pontos pela primeira vez no melhor momento, referendado pelo desempenho robusto de ações do setor financeiro. Uma megaoperação contra o crime organizado no ramo de combustíveis apoiou o avanço de Ultrapar (UGPA3), Vibra (VBBR3) e Raízen (RAIZ4). O índice subiu 1,32%, a 141.041 pontos, chegando a 142.138,27 pontos na máxima do dia, renovando topo histórico intradia. Os profissionais destacam a expectativa de início do afrouxamento monetário nos EUA já em setembro e no Brasil, com algumas apostas apontando para dezembro. A boa receptividade à pesquisa Atlas indicando vantagem na intenção de voto à Presidência da República para Tarcísio de Freitas (Republicanos) sobre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também impactou. Alguns analistas citam os recentes dados de inflação e atividade que reforçam a percepção de queda dos juros no Brasil no início de 2026 ou dezembro deste ano, o que torna os investimentos em renda variável mais atrativos. A antecipação do cenário eleitoral também reflete no mercado. As recentes pesquisas indicam que Tarcísio será o principal candidato da direita.

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