Idosa e bebê são vítimas de acidente com ambulância do Samu na Br-153

Seis pessoas sofreram um acidente na tarde desta quinta-feira (30) na BR-153, em Professor Jamil. Entre as vítimas, uma idosa e um bebê prematuro estavam numa ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que percorria a rodovia no sentido Pontalina-Goiânia.

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista do veículo perdeu o controle da direção, saiu da pista e tombou no canteiro central. No momento não chovia e a pista estava seca.

A médica da equipe do Samu, criança e a mulher, que é avô do recém-nascido, tiveram ferimentos leves. Elas estavam acompanhando o bebê até uma unidade de saúde na capital goiana.

O condutor, um enfermeiro e duas técnicas em enfermagem ficaram em estado grave. Todos os ocupantes da ambulância foram encaminhados para Goiânia pela concessionária da rodovia.

A PRF informou por meio de nota que o airbag da ambulância foi acionado quando houve  tombamento, o que pode ter contribuído para minimizar a gravidade do acidente. A identidade de nenhuma das vítimas foi divulgada, por isso não é possível saber o estado de saúde deles.

Receba as notícias do Diário do Estado no Telegram do Diário do Estado e no canal do Diário do Estado no WhatsApp

Polícia desmantela esquema nacional de golpes bancários

Polícia Civil de Goiás (PCGO) deflagra a Operação Falsa Central, uma ação coordenada pelo Grupo de Repressão a Estelionatos e Outras Fraudes (Gref), da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic). Foram cumpridos 95 mandados judiciais em todo o país — 58 de busca e apreensão e 37 de prisão —, além do bloqueio de 438 contas bancárias ligadas ao grupo.

A operação, nesta quinta-feira (21/11), que contou com apoio das polícias civis de São Paulo, Pernambuco, Pará, Piauí e Ceará, teve como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada no golpe da falsa central bancária. O esquema causou prejuízos de aproximadamente R$ 200 mil a 27 vítimas identificadas apenas em Goiás.

O delegado William Bretz, chefe do Grupo de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes (Deic), conta que a Operação terá desdobramentos.

“A partir da análise do número 0800 usado no golpe, os investigadores descobriram outras 449 linhas vinculadas ao grupo, sugerindo um esquema de alcance nacional. Embora a primeira fase da operação tenha focado nas vítimas goianas, há indícios de centenas de outras vítimas em diferentes estados, que serão o alvo das próximas etapas”, disse.

Os envolvidos responderão por crimes como fraude eletrônica, furto mediante fraude, associação criminosa e lavagem de dinheiro. As penas combinadas podem chegar a 29 anos de prisão. As investigações continuam sob responsabilidade do Gref/Deic de Goiás.

Alerta à população:

A Polícia Civil orienta que a população desconfie de mensagens ou ligações suspeitas sobre compras não reconhecidas e que jamais realize transações ou forneça dados pessoais sem antes confirmar diretamente com seu banco.

Em casos suspeitos, a recomendação é registrar um boletim de ocorrência imediatamente.

Receba as notícias do Diário do Estado no Telegram do Diário do Estado e no canal do Diário do Estado no WhatsApp