Maria Nazaré tinha recebido alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no dia anterior e estava em casa quando faleceu. O soldado Marco Stênio Oliveira, que teve o gesto de dançar com a idosa, compareceu ao velório após a triste notícia do falecimento de Dona Nazaré, como era carinhosamente chamada. Ele expressou sua comoção afirmando que, apesar de sabermos que a morte é certa, nunca estamos realmente preparados para ela.
Dona Nazaré era conhecida por sua alegria contagiante e sua paixão pela dança. Sua sobrinha destacou que ela era uma pessoa muito feliz, amante da boa comida e que a única forma de expressar essa felicidade era através da dança. O luto pela perda de Dona Nazaré foi sentido profundamente pela sobrinha, que a considerava como uma mãe, já que ela não tinha filhos e Maria Amélia era a única sobrinha que a acompanhava desde o Rio Grande do Norte.
Em dezembro de 2024, Maria Nazaré Laurino se tornou viral ao dançar forró com o soldado Marco Stênio Oliveira para acalmar-se em meio a uma crise nervosa. O vídeo da comovente cena comoveu as redes sociais, demonstrando a importância de gestos simples na vida das pessoas. O soldado Stênio explicou que, ao chegar à ocorrência, a idosa estava agitada, e ele resolveu se aproximar e conversar com ela para estabelecer um vínculo e, posteriormente, dançar ao som de forró, sua música favorita.
O episódio ocorreu em 28 de dezembro, e a interação entre a idosa e o bombeiro evidenciou que pequenos gestos de empatia e carinho podem fazer toda a diferença na vida de alguém. A ação solidária do soldado Marco Stênio Oliveira ficará marcada como um exemplo de bondade e humanidade, inspirando a todos a fazer a diferença no dia a dia. A legado de alegria e amor deixado por Dona Nazaré viverá eternamente nos corações daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-la.



